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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

09/01/2015 13:14

Chuvas dificultam conclusão de obras em avenidas de Campo Grande

Flávia Lima
Na avenida Hiroshima as crateras voltaram a surgir, dificultando a passagem dos carros. (Foto:Marcos Ermínio)Na avenida Hiroshima as crateras voltaram a surgir, dificultando a passagem dos carros. (Foto:Marcos Ermínio)

As fortes chuvas que caíram esta semana em Campo Grande, vem dificultando a conclusão de obras de recapeamento em avenidas da Capital. Uma das vias prejudicadas com esse atraso nas obras é a Avenida Hiroshima, na região do Parque dos Poderes e dos bairros Mata do Jacinto e Carandá Bosque, que na tarde desta quinta-feira virou um rio devido a forte chuva. No local, funcionários da Águas Guariroba já haviam realizado o recapeamento em uma das faixas no início da semana, porém com a força das águas, especialmente na tarde de ontem (8), quando voltou a chover forte na Capital, algumas crateras voltaram a abrir.

Dona de uma loja de uniformes, localizada na avenida, a empresária Beatriz Capelari diz que as obras no local já foram feitas pelo menos três vezes desde dezembro. Ela diz que teme pelos motoristas que não conhecem a região, e que correm o risco de sofrer algum acidente ou danificar o veículo devido a quantidade de crateras que sempre abrem após as chuvas.

“Aqui é muito perigoso porque o fluxo de veículos é muito grande”, destaca. Outra obra que precisou sofrer uma paralisação é a de contenção emergencial de parte da Avenida Ernesto Geisel, que desmoronou mais uma vez no início da semana. Depois de interditar o local com sinalização preventiva, a Seintrha (Secretaria Municipal de Infraestrutura, Transporte e Habitação) havia começado as obras na quarta-feira (7) para a recuperação parcial do canal em um trecho do rio Anhanduí. No local está feito um gabião, muro de contenção para águas pluviais, com previsão de término em 25 dias, mas com as constantes chuvas esse prazo deve sofrer alteração.
Com as chuvas da última segunda-feira (5), parte da barreira de contenção natural na avenida cedeu no ponto em frente à avenida Xavier Toledo, perto da Igreja Batista Fé, sentido Vila Jacy.

Já na avenida Tamandaré, funcionários da Seintrha já se preparavam para iniciar a pavimentação, porém precisaram interromper os serviços até que o clima volte a contribuir com o andamento das obras.

De acordo com o secretário de Infraestrutura, Transporte e Habitação, Valtemir Alves de Brito, praticamente toda a parte de drenagem na avenida está concluída. “Tivemos que parar tudo para fazer os reparos, só podemos avançar conforme o tempo melhora”, ressalta. Ele explica que enquanto o clima estiver instável, as paralisações constantes irão ocorrer. “Não dá para fazer a parte pesada da obra, até porque as chuvas acabam estragando o material empregado”, destaca.

Sobre a Ernesto Geisel, ele disse que o processo de licitação para as obras definitivas já está quase pronto e que por enquanto só dá para fazer os reparos de contenção.

Já sobre a Avenida Hiroshima, ele diz que o local alaga devido ao problema da falta de drenagem, mas que será resolvido em breve com o início das obras. “Estamos finalizando os trâmites burocráticos e as desapropriações para dar início a obra na Hiroshima”, explica.

Além das avenidas, o secretário lembra que outras obras também sofrem com as paralisações, mas que estão sendo encaminhadas conforme a trégua dada pelas chuvas. Entre essas obras estão as do Jardim Seminário, na rua Frutuoso Barbosa, onde as enxurradas são constantes, deixando os moradores em alerta.



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