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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

30/04/2012 18:23

Cigcoe apreende bomba e afirma que família correu risco por 15 anos

Francisco Júnior e Mariana Lopes
Policial sai da casa carregando a caixa com a munição. (Foto: João Garrigó)Policial sai da casa carregando a caixa com a munição. (Foto: João Garrigó)

Policiais da Cigcoe (Companhia Independente de Gerenciamento de Crises e Operações Especiais) apreenderam o artefato militar encontrado por uma moradora da rua Cinco, no bairro Nova Campo Grande, na Capital. A bala de canhão foi achada há 15 anos durante a escavação de uma fossa e desde então estava em poder da família.

Durante todo esse tempo, os moradores correram risco, alertaram os policiais.

Eles chegaram ao local por volta das 17 horas, retiraram os moradores de dentro da casa e isolaram a área. Os PMs seguiram à risca o procedimento internacional determinado pela ONU (Organização das Nações Unidas). O artefato foi recolhido e colocado em uma caixa preta.

O subcomandante da Cigcoe, major Vagner Ferreira da Silva, explica que a família corria o risco com o artefato dentro da casa. Segundo ele, a munição tem raio de letalidade de 20 metros. “Pois a explosão é uma substância química e não dá para avaliar em que situação estava esse explosivo, já que tomou sol, chuva e já foi manuseado”, disse.

Conforme o major, o próximo procedimento é rastrear a munição a fim de identificá-la e depois neutralizá-la. “È uma peça de artilharia e o sistema de ignição está intacto. Pode ser que tenha falhado ou alguém tenha pego e retirado o explosivo”, explicou.

De acordo com o subcomandante, o artefato é muito antigo e não foi localizado nos catálogos internacionais de munição. Uma reunião com Exército será realizada para tentar identificar do que se trata.

A dona de casa Jerusa Pereira dos Santos, de 40 anos, que encontrou o artefato, disse que desde que ficou sabendo que se tratava de um explosivo, ficou bastante preocupada, a ponto de mandar a filha para a casa da irmã. “Hoje vou dormir sossegada”, disse aliviada.

O caso veio à tona quando por volta das 11 horas de sábado, o operário José Ronaldo de Souza Ferreira, 26 anos, encontrou outro artefato durante uma escavação. Ele disse que como não sabia o que era, lavou o artefato e mostrou para outros funcionários da obra.

“Fui e lavei. Não sabia o que era. Fiquei desfilando com ela não mão”, relatou. O explosivo foi detonado no próprio terreno, ainda no sábado.



Como dizia servi no 1º/4°REC MEC em 1980 e por diversas vezes estivemos nesta area para exercicios militar por isto digo`` Exercito presente tem que ser competente´´
 
Adir Jorge Diniz em 01/05/2012 08:23:15
Primeiro um sub-oficial lesa patria, depois ouço em um tele jornal um oficial dizer que irao Pesquisar se o bairro Nova Campo Grande ja foi area militar...Por favor sejam competentes ou os militares nunca ouviram falar do quartel da remonta...ou ainda que onde funcionou ou ainda funciona a Colonia Penal Agricola foi usada como area de treinamento militar,pois servi no 1º continua...
 
Adir Jorge Diniz em 01/05/2012 08:20:00
Perigosíssimo. Em Bela Vista, a familia Vilasboas quem diga, o anfitreão da casa guardava umamuniçao de morteiro e um dia foi pregar um prego na ferradura do cavalo e explodiu, matando o mesmo e o cavalo e estilhaço para todo lado. Isto aconteceu de verdade e tem muita gente ai, que guarda e acha bonito, muniçoes de diversos calibres do Exercito. FIQUEM LIGADOS, e entreguem isto ao EB ou PM.
 
mauricio da silva em 30/04/2012 07:40:32
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