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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

07/01/2014 10:16

Com buracos, macroanel rodoviário terá que ser refeito em 2 quilômetros

Aline dos Santos e Marcos Ermínio
Empreiteira será obrigada a reconstruir dois quilômetros de pavimentação (Foto: Marcos Ermínio)Empreiteira será obrigada a reconstruir dois quilômetros de pavimentação (Foto: Marcos Ermínio)

Com dinheiro de sobra e a passos lentos, a obra do macroanel rodoviário de Campo Grande terá nova reprogramação. Desta vez, a empreiteira terá que trocar a capa asfáltica em dois dos últimos sete quilômetros executados.

Segundo o titular da Seintrha (Secretaria de Infraestrutura, Transporte e Habitação), Semy Ferraz, o asfalto não foi feito de acordo com o projeto e já tem muitos buracos. O trecho é na saída de Rochedo, no sentido Rochedinho, próximo à Estância Hawaí.

No local, o asfalto vira estrada de terra em quatro pontos, além de esfarelar. As placas alertando sobre a proibição de jogar lixo estão pichadas e montes de lixos se espalham pelo trajeto.

De acordo com Semy, os sete quilômetros tiveram custo de R$ 17 milhões. A troca do asfalto será custeada pela Anfer, que executou a obra. Para a conclusão, ligando Rochedinho à BR-163, há R$ 15 milhões assegurados no Orçamento da União. Em 2013, o prazo para a execução da obra foi prorrogado maio deste ano. A medida foi para evitar perda do contrato e abertura de novo processo licitatório.

 

Obra caminha a passos lentos e esbarra em desapropriação (Foto: Marcos Ermínio)Obra caminha a passos lentos e esbarra em desapropriação (Foto: Marcos Ermínio)
Prefeitura está com dinheiro em caixa, mas não consegue concluir obra (Foto: Marcos Ermínio)Prefeitura está com dinheiro em caixa, mas não consegue concluir obra (Foto: Marcos Ermínio)

O prosseguimento da obra, no entanto, deve esbarrar na desapropriação de área da Embrapa. “Eles haviam pedido tempo para conclusão de pesquisa. Agora, já passou o tempo, mas querem mudança no traçado. Isso levaria mais um ano”, salienta o secretário. Conforme ele, a Prefeitura vai manter o projeto original. Os decretos de desapropriação ainda não foram publicados.

O Poder Executivo tem a prerrogativa de desapropriar por interesse público. Ou seja, assumir a posse de determinado imóvel ou terreno e pagar o valor que considerar justo ao proprietário. Quem não concordar, pode questionar o valor na Justiça.



Concordo que todas as obras no Mato Grosso do Sul não vão para frente, isso porque temos pouquíssimas obras e as que tem a reportagem mostra como que é, fez e agora tem que refazer. Pegam essas empreiteiras que os proprietários são os nosso próprios políticos, ai vocês acham que alguma coisa vá para frente brincou né.
Porque não tem ninguém supervisionando essas obras para checar a qualidade dos materiais e serviços.
Eles brincam com nosso dinheiro, um estado rico igual a nosso na mão desses políticos que só querem tirar proveito.
Vou sempre para o Paraná e vejo que lá as coisas acontecem: Duplicação de vias, Viadutos, Recapeamento asfáltico e muito mais. Nossos políticos poderiam conhecer outros estados para aprender como se trabalha e colocar em prática aqui no nosso estado.
 
Carlos Espindola em 07/01/2014 11:28:46
Uiiii, tudo que o Bernal poe a mão desanda! Pq a gestão anterior não começou as obras antes pra terminar no prazo. Para de jogar pedra sendo que nem sabe aonde vai cair. Aff!!
 
Elizangela Silva em 07/01/2014 11:24:49
Parece que em tudo que o Bernal poe a mão nada vai pra frente. A Gestão passada deu inicio a esta obra que estava em vento e popa, mas dai entrou o Bernal, acabou tudo.
 
Marcos Wild em 07/01/2014 11:02:59
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