Conselheiros se reúnem às pressas para conter crise na Santa Casa
A ideia é discutir o caso e entender a razão da Operação Antidotum, que investiga fraude em 2 contratos

Os 18 conselheiros da Santa Casa de Campo Grande estão reunidos na administração do hospital para entender a atual situação depois das prisões da presidente Alir Terra e diretores do hospital na manhã de hoje pelo Gecoc (Grupo Especial de Combate à Corrupção) e pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado). Ex-presidente e um dos conselheiros, Heitor Freire, diz que a reunião foi marcada às pressas.
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Conselheiros da Santa Casa de Campo Grande se reuniram às pressas após a prisão da presidente Alir Terra e de quatro diretores do hospital pela Operação Antidotum, conduzida pelo Gecoc e pelo Gaeco. A operação investiga fraudes em dois contratos que causaram prejuízo de R$ 4,9 milhões. O ex-presidente Heitor Freire afirmou que os vices e suplentes já assumiram os cargos e garantiu que o hospital não para.
A ideia é discutir o caso e entender a razão da Operação Antidotum, que investiga fraude em 2 contratos da unidade de saúde: um com a Redvalue Tecnologia, Administração e Serviços, que fica em Goiânia (GO) para digitalizar prontuários médicos e outro com empresa que foi contratada para atuar junto à Santa Casa Saúde, plano de saúde privado do hospital.
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“Eu ainda não acho nada dessa operação, estamos procurando informação”, disse, ao informar sobre a reunião extraordinária. Segundo o ex-presidente, os vices e suplentes já assumiram os cargos deixados. “A Santa Casa não para”, afirmou.
Foram presos a presidente Alir Terra; o diretor administrativo, Alessandro Dias Junqueira; diretor adjunto de Finanças, Paulo Guilherme Guttierrez Mariosa; o ex-diretor Rinaldo Hakme Romano; e uma funcionária do setor de prontuários, Monique Gregório. Empresário dono da Redvalue, Maurício Benites também foi preso.
Nos dois contratos, segundo a investigação, os prejuízos somam R$ 4,9 milhões.
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