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Campo Grande, Sábado, 17 de Agosto de 2019

13/08/2019 11:14

Defensor público de MS é condenado por roubo de joias avaliadas em 550 mil

Carlos Eduardo Oliveira de Souza foi condenado por roubo de joias avaliadas em R$ 550 mil em Campo Verde (MT)

Silvia Frias
Como coach em alta performance, defensor já deu palestras, uma delas, com o tema Minha caminhada até a aprovação (Foto/Divulgação)Como "coach em alta performance", defensor já deu palestras, uma delas, com o tema "Minha caminhada até a aprovação" (Foto/Divulgação)

A Justiça de Mato Grosso condenou o defensor público de Mato Grosso do Sul, Carlos Eduardo Oliveira de Souza, 36 anos, a pena de nove anos e quatro meses de prisão pelo roubo de joias e semijoias avaliadas em R$ 550 mil. Na sentença, também foi determinada a perda da função, exercida em Campo Grande desde 2009.

Carlos Eduardo foi preso em 13 de dezembro de 2005 pelo crime ocorrido em Campo Verde (MT). Ele e mais duas pessoas – Lídia Nunes Dantas e Laurencio Francisco da Silva – foram denunciados por terem rendido casal por 1h30 e roubado joias e semijoias avaliadas em R$ 550 mil.

Várias joias não foram recuperadas durante investigação policial. Uma semana depois do crime, passou a responder em liberdade ao inquérito, convertido em ação criminal na Justiça de Campo Verde.

Na condenação expedida no dia 5 de agosto deste ano, a juíza Caroline Schneider Guanaes Simões levou em conta a premeditação do crime, em que eles alugaram um carro especificamente para o roubo, a divisão de tarefas e o tempo em que as vítimas ficaram em poder dos ladrões.

Com esses agravantes, a pena inicial de sete anos de reclusão passou para nove anos e quatro meses de reclusão, em regime fechado, além do pagamento de 50 dias-multa. O réu poderá recorrer em liberdade da sentença.

Caroline Simões determinou, ainda, a perda da função de Defensor Público de MS, por “total incompatibilidade de seu cargo com a autoria do presente crime”.

Lídia Nunes também foi condenada ao mesmo tempo de sentença. O processo em Laurencio foi desmembrado e ainda não foi julgado.

Corregedoria – Carlos Eduardo foi aprovado no concurso da Defensoria Pública de MS em 2009 e, atualmente, está lotado na 4ª Defensoria Pública de Atendimento a Presos Provisórios Condenados. Na internet, consta que ele também já deu palestras como “Coach em Alta Performance”. Um dos temas foi “Minha caminhada até a aprovação”.

No processo de Mato Grosso consta que ele já é investigado ela Corregedoria da Defensoria Pública em MS. A reportagem entrou em contato com assessoria para saber sobre providências acerca da condenação e aguarda retorno. Também foi enviado email ao defensor, mas não houve resposta.



Bom dia! Com todo respeito a liberdade de imprensa, mas preciso discordar sobre a publicação dessa matéria. Qual a necessidade de expor uma pessoa pública, que exerce um brilhante trabalho, como esse rapaz o faz?! Nenhuma!! Uma informação que não acrescentará NADA e nem mudará NADA, na vida de quem quer que seja que leia, exceto, na vida dele. Carlos Eduardo é funcionário público nesse Estado acerca de dez anos e não há NADA, que desabone a conduta dele enquanto Defensor Público, pelo contrário, um Defensor Público EXEMPLAR, tem um trabalho brilhante, exerce seu mister com grande louvor. Agora, uma condenação por um fato bem anterior ao seu ingresso na D.P.E., que nem é definitiva, considerando que ainda pode ser modificada é veiculada por um jornal de amplo acesso. LAMENTÁVEL!!
 
Arlete Nogueira Batista em 14/08/2019 09:14:46
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