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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

01/07/2016 11:43

Depois de cortar verba da saúde, Bernal pedirá ajuda ao Estado e União

Fernanda Mathias e Alberto Dias
Bernal diz que quer melhorar investimento em saúde; LDO prevê destinação de 20% da arrecadação à área, que hoje consome mais de 30% (Foto:Alberto Dias)Bernal diz que quer melhorar investimento em saúde; LDO prevê destinação de 20% da arrecadação à área, que hoje consome mais de 30% (Foto:Alberto Dias)

O prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal (PP), disse esta manhã, durante inauguração da USBF (Unidade Básica de Saúde da Família) no bairro Ana Maria do Couto que irá recorrer ao governo do Estado e União em busca de apoio financeiro para as ações de saúde.

Questionado se o pedido de socorro está relacionado à redução de previsão da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) para esta área, respondeu: “Também. Queremos melhorar o investimento em saúde e precisamos da parceria do governo federal e estadual para isso”.

Bernal também evitou aprofundar explicações sobre a designação de quadros e estrutura para as unidades de saúde que vêm sendo inauguradas. O MPE (Ministério Público Estadual) investiga falta de profissionais e equipamentos em duas UPAs (Unidades de Pronto Atendimento) inauguradas neste ano no Jardim Leblon e Moreninha III e decisão da Justiça da última semana manda que a prefeitura providencie em 60 dias condições para funcionamento do CRS (Centro de Referência em Saúde) da Coophavilla II. Enquanto isso, a prefeitura inaugura nesta sexta-feira duas unidades, além da UBSF do Ana Maria do Couto, uma UPA no Santa Mônica. “Terão gente qualificada e capacitada”, limitou a dizer. 

LDO – Para 2017, a LDO prevê 20% do orçamento voltados à área de saúde, ao passo em que os gastos mensais têm ficado acima dos 30%. O texto, inclusive, despertou questionamento dos vereadores.
Eduardo Cury (SD) ressaltou que em gestões anteriores a destinação chegava a 36%. “Essa previsão nos dá medo diante de uma demanda que só aumenta”. Constitucionalmente, ações e serviços de saúde devem receber pelo menos 15% do valor arrecadado em imposto.



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