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Campo Grande, Quarta-feira, 20 de Setembro de 2017

11/09/2017 15:55

Depois de depor, ex-diretor se diz confiante no arquivamento do processo

Osvaldo Júnior e Guilherme Henri

Depois de uma hora de depoimento na sede do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), o ex-diretor-presidente do Detran-MS (Departamento estadual de Trânsito), Gerson Claro Dino, demonstrou confiança no arquivamento do processo.

Gerson Claro está entre os investigados da operação Antivírus, do MPE (Ministério Público Estadual). Está sendo apurado série de crimes na antiga gestão do Detran-MS: corrupção ativa e passiva, fruade em licitação, peculato, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

“Respondi todas as perguntas de forma clara e precisa”, disse o ex-diretor, visivelmente confiante otimista. Ele contou que foi questionado pelos promotores do Gaeco sobre contratos, contratação emergencial e licitação.

O ex-diretor estava acompanhado de seu advogado, André Borges. Ele disse que espera rapidez na resolução da situação. “Estamos confiantes no arquivamento deste processo”, acrescentou Borges.

Gerson Claro responde ao processo em liberdade após habeas corpus concedido no dia 29 de agosto pelo desembargador João Maria Lós durante plantão. Agora, o processo foi redistribuído para o desembargador Luiz Cláudio Bonassini da Silva, a quem será encaminhado o pedido de nulidade.

"Negócio da China" – Uma das invesatigações da Antivírus é sobre a contratação pelo Detran, com dispensa de licitação, da empresa Pirâmide Central Informática. Para o MPE, foi um “negócio da China”, com baixíssimo investimento e polpuda rentabilidade.

Criada em 2008, a empresa estava destinada a prestar assessoria de informática de clientes da Pirâmide Contabilidade. Entretanto, antes de conquistar o primeiro contrato com a administração pública, passou por mudanças.

Segundo o Gaeco, houve alteração do objeto contratual e elevação do capital social. A empresa nasceu com capital social de R$ 5 mil. Em abril do ano passado, ampliou a gama de serviços e, entre julho e agosto de 2016, meses antes de firmar o contrato com o Detran, recebeu R$ 1,2 milhão da Digitho Brasil, atual Digix.




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