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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

21/09/2016 16:50

Digital confirma que corpo é de Bueno; imagens devem ajudar polícia

Garras investiga agora os crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver

Anahi Zurutuza e Guilherme Henri
Alceu Bueno durante uma sessão da Câmara, quando ainda era vereador (Foto: Marcos Ermínio/Arquivo)Alceu Bueno durante uma sessão da Câmara, quando ainda era vereador (Foto: Marcos Ermínio/Arquivo)

As impressões digitais do corpo carbonizado encontrado na manhã desta quarta-feira (21) próximo ao Parque do Poderes – no nordeste de Campo Grande – é do ex-vereador e empresário Alceu Bueno. A confirmação foi feita no fim da tarde pelo delegado Edilson dos Santos, do Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros), que comanda as investigações, agora oficialmente do caso de homicídio doloso e ocultação de cadáver.

Câmeras de segurança instaladas no Parque dos Poderes também vão ajudar a desvendar o crime, segundo o chefe da investigação. Imagens estão já estão com os investigadores, sob análise.

O Imol (Instituto de Medina e Odontologia Legal) informou o resultado do exame primeiro para a família e depois para o delegado do Garras, quando a filha e a advogada, Renata Freitas, estavam na sala de Edilson, no Garras.

Último contato – A filha de Bueno já foi ouvida pelo delegado, que agora tenta refazer os últimos passos de Bueno, antes de desaparecer, na noite de ontem.

A princípio, segundo o delegado, Bueno, que renunciou ao cargo de vereador em abril do ano passado após se envolver em escândalo de exploração sexual, passou o dia na empresa dele, o Depósito Bueno, na avenida Coronel Antonino, região norte de Campo Grande.

O empresário dirigia seu veículo, um LandRover de cor prata, que ainda não foi encontrado.

Conforme da família disse a polícia, na noite de terça-feira (20), o empresário deixou o Depósito Bueno, na avenida Coronel Antonino – no norte de Campo Grande – por volta das 21h30. Este também foi o horário do último contato que familiares tiveram com ele, por telefone.

A partir das 22h, o celular de Bueno deu sinal de desligado. Por conta disso, o delegado do Garras disse que vai pedir a quebra do sigilo telefônico do número usado pela vítima, para verificar quais foras as últimas chamadas feitas e recebidas. “Mas isso deve levar um tempo”, afirmou Edilson nesta tarde.



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