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Campo Grande, Quinta-feira, 17 de Outubro de 2019

02/08/2019 12:59

Disputa por cachorrinha vai parar na polícia e Mel volta para crianças

Mel desapareceu no início de julho; a cachorra foi encontrada em uma casa na mesma rua da dona

Fernanda Palheta e Mirian Palheta
A dona da cachorra foi até o local e quando viu a cachorrinha, chamou pelo nome e ela foi ao seu encontro no portão da casa (Foto: Henrique Kawaminami)A dona da cachorra foi até o local e quando viu a cachorrinha, chamou pelo nome e ela foi ao seu encontro no portão da casa (Foto: Henrique Kawaminami)

O desaparecimento da cachorrinha Mel, de três meses, teve um final feliz com o reencontro dos donos com o animal na 5° DP (Delegacia de Polícia), na manhã desta sexta-feira (2). A cachorrinha, que estava desaparecida desde o dia 7 de julho, foi recuperada por investigadores do SIG (Serviço de Investigações Gerais) a poucas quadras da casa dos donos, no Guanandi, em Campo Grande.

Desde o desaparecimento da cachorrinha, a dona do animal, Sirlene Pessoa, de 45 anos, começou as buscas, mas foi na última semana que ela descobriu que a cachorrinha estava mais próxima do que imaginava: a poucas quadras da casa, na rua Jatai. Sirlene conta que uma amiga avisou que encontrou uma cachorra parecida com a Mel.

A dona da cachorra foi até o local e quando viu a cachorrinha, chamou pelo nome e ela foi ao seu encontro no portão da casa. Segundo Sirlene, o jovem, de 20 anos, que estava com a cachorra, não quis devolver o animal. Ele justificou que a sogra encontrou a cachorrinha na rua e deu para ele. Nas redes sociais do jovem, Sirlene ainda viu uma postagem dizendo que a cachorrinha é “novo membro da família”.

No reencontro, quando a cachorrinha viu os filhos de Sirlene, Maria e João, de 9 e 7 anos, o animal correu para as crianças e não saiu do colo delas (Foto: Henrique Kawaminami)No reencontro, quando a cachorrinha viu os filhos de Sirlene, Maria e João, de 9 e 7 anos, o animal correu para as crianças e não saiu do colo delas (Foto: Henrique Kawaminami)

Depois da conversa Sirlene registrou boletim de ocorrência. No reencontro, quando a cachorrinha viu os filhos de Sirlene, Maria e João, de 9 e 7 anos, o animal correu para as crianças e não saiu do colo delas.

Segundo os investigadores, o jovem que não queria devolver o animal pode responder por apropriação de coisa achada e alertam que não é porque algo é encontrado na rua que as pessoas não podem responder caso se apropriem desse objeto.

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