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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

06/07/2013 08:47

Dois mil trabalhadores do comércio vão aprender a combater incêndios

Luciana Brazil
Treinamento de primeiros socorros é a segunda parte do curso. Treinamento de primeiros socorros é a segunda parte do curso.
Funcionários e empresários participaram do primeiro Workshop. (Fotos:João Garrigó)Funcionários e empresários participaram do primeiro Workshop. (Fotos:João Garrigó)

Até o fim deste ano, mais de duas mil pessoas que trabalham no comércio de Campo Grande devem receber o treinamento de combate a incêndio feito pelo Corpo de Bombeiros. As últimas ocorrências na Capital, que destruíram grandes lojas de departamentos, estimularam a iniciativa, segundo o presidente do Conselho Comunitário de Segurança da Região Central de Campo Grande, Adelaido Luiz Spinosa Vila.

“A desinformação é total. A gente percebeu que as pessoas são totalmente desinformadas quando se fala em combate a incêndio e uso de extintores”.

No primeiro Workshop “Vida- Maior Patrimônio da Empresa”, realizado na semana passada, 120 comerciantes receberam instruções de primeiros socorros e combate a incêndio. Mais de 12 militares demonstraram como fazer uso do extintor, como evitar situações de risco, além de primeiros socorros.

Com quatro horas de duração, o curso se dividiu em parte prática e teórica. A expectativa é que aconteça uma vez por mês até dezembro. “O próximo passo são escolas. Se acontecesse um grande incêndio em uma escola seria uma tragédia”, ressaltou Adelaido.

Membro do Conselho, Augusto Cussen explicou que para as quatro classes de materiais, existem três extintores e cada um deles deve ser usado nas categorias específcias.

“A classe A são os materiais sólidos, a classe B são os líquidos, na C estão os eletrônicos e na classe D são os especiais, como sódio e potássio. Para cada uma destas classes há uma orientação”.

Segundo Augusto, o extintor de água deve ser utilizado para apagar o fogo de materiais da classe A, que são tecidos, madeira, papel. O extintor de gás carbônico (CO²) deve ser usado em caso de incêndio em eletroeletrônicos, mas também pode ser usado para apagar fogo em materiais líquidos.

O extintor PQS (Pó-químico Seco) deve ser utilizado para apagar o incêndio de materiais líquidos, mas também pode ser usado na classe C, de eletrônicos.

Já os materiais especiais quando incendiados devem ser apagados com o extintor PQS específico. Neste caso, empresas que trabalham com materiais como sódio e potássio, possuem o extintor adequado.

Durante os cursos, os participantes receberão as principais instruções para evitar que o incêndio tenha proporções trágicas, conforme alertou Augusto.

“Quatro tópicos básicos devem aplicados em caso de incêndio. Reconhecer e identificar o local, identificar o que está queimando, quanto (material) está queimando e onde está o incêndio. Isso é de extrema importância”.

Para combater o fogo, podem ser usados os extintores móveis, como carrinho, comumente usados em postos de gasolina. Os fixos são os hidrantes, mangueiras, caixas de incêndio, além do sprinter.

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Muito boa esta matéria.
 
Mirtes Lourenço Camilo em 06/07/2013 18:12:05
Uma vergonha que uma capital como a nossa seja tão pobre e precária com relação aos serviços básicos como segurança, transporte e saúde, ao ponto de que os moradores e funcionários tenham que aprender a combater incêndios.....
O despreparo e precariedade do corpo de bombeiros no incêndio do Paulistão, onde não tinha água no hidrante, não tinha escada magirus. entristece e compromete toda uma companhia tão querida e respeitada como o corpo de bombeiros, O governador tem que parar com a politicagem e atender as necessidades da população.
 
Airton Lopes de Almeida em 06/07/2013 11:45:12
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