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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

13/07/2014 15:30

Em bares, campo-grandense diz preferir vitória alemã na Copa

Ludyney Moura e Filipe Prado
O Bar Aguena, sem torcedores, fechou as portas durante a partida. (Foto: Marcos Ermínio) O Bar Aguena, sem torcedores, fechou as portas durante a partida. (Foto: Marcos Ermínio)
Apenas o Mercearia registrou presença de torcedores para a final sem o Brasil (Foto: Marcos Ermínio) Apenas o Mercearia registrou presença de torcedores para a final sem o Brasil (Foto: Marcos Ermínio)

A final da Copa do Mundo entre as seleções da Argentina e Alemanha não parece ter empolgado o torcedor campo-grandense. Além do fechamento da Vila Brasil, nos altos da Avenida Afonso Pena, alguns pontos de encontro tradicionais estão aberto sem nenhum torcedor.

Apesar de abertos ao público, os bares da Bud e o Café Mostarda, estão sem movimento de torcida. O bar Aguena, sem frequentadores, fechou as portas. A conveniência CervJá até registra algumas pessoas, mas a maioria não está interessada na partida.

Apenas o Mercearia está lotado para a grande final. E a maioria das pessoas presentes estão torcendo para os europeus, em detrimento dos sul-americanos. “Os jogadores alemães são mais carismáticos que os argentinos, que estão se achando demais”, disse Mauro Francisco, 31 anos, que aposta em uma vitória difícil para a Alemanha, nos pênaltis.

Para o campo-grandense Leonardo Domingues, 29 anos, o caminho para a vitória dos europeus será mais fácil. “Vai ser 2x0 no tempo normal. A Alemanha fez muito pelo Brasil durante a Copa, ao contrário da Argentina”, disse Domingues.

A movimentação nas principais avenidas do centro da Capital é normal. 

Sozinho, mas confiante - Pela rua, o argentino solitário David Teluel, 21 anos, trabalhou como malabarista nos semáforos até começar o jogo. Então, voltou para casa de amigos, que o acolheram há um mês e meio, quando ele chegou por aqui.

Durante toda a Copa, David diz que torceu pelo Brasil. “É o país onde moro”, justifica. Com a seleção eliminada, ele voltou ás origens. “Vamos ganhar de 2 a 0”, arrisca.

Na casa dos amigos, ele conseguiu reforço com um argumento forte; “A taça tem de ficar aqui, em solo latino americano”.

 

O argentino David está confiante na vitória de sua seleção. (Foto: Marcos Ermínio)O argentino David está confiante na vitória de sua seleção. (Foto: Marcos Ermínio)


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