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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

20/06/2013 21:17

Em frente ao Aquário, manifestantes bloqueiam trânsito e pedem hospital

Nadyenka Castro e Mariana Lopes
Manifestantes pararam os carros em frente ao Aquário, nos altos da avenida Afonso Pena (Foto: Marcos Ermínio)Manifestantes pararam os carros em frente ao Aquário, nos altos da avenida Afonso Pena (Foto: Marcos Ermínio)

Manifestantes que estão em frente à construção do Aquário do Pantanal, na avenida Afonso Pena, em Campo Grande, bloqueiam o trânsito na via, pedem para que quem passa por lá se junte a eles e querem hospital.

O protesto em frente à obra começou com gente com bandeiras, cartazes e caras pintadas pedindo para quem passava por lá de carro estacionar o automóvel e ir para rua. Os motoristas que não quiseram participar continuavam o trajeto passando por cima da calçada ou davam meia-volta.

Um motorista que tentou ‘furar’ o bloqueio, quase atropelou um rapaz e teve o carro chutado. Houve discussão e os ânimos foram acalmados por outros participantes do protesto. O condutor seguiu pela via.

Uma mulher foi a única que conseguiu passar. Ela seguia para o hospital, onde a filha está e por isso conseguiu que a via fosse liberada. “Apoio a manifestação, acho importante, mas eu tenho direito de ir e vir”, disse Liane de Almeida.

Como não houve adesão de motoristas ao protesto, os cerca de 20 manifestantes pararam os próprios carros na via, bloqueando o trânsito. Eles pedem um hospital no lugar do Aquário.

"Não somos contra o Aquário em si, mas sim contra o desvio de verba que há na obra. Acreditamos também que é preciso investir primeiro em hospital, educação", criticavam os manifestantes, que não quiseram se identificar.

Outro fator bastante apontado pelos manifestantes foi quanto à educação, que eles consideram precária. "O governo nivela a educação por baixo, e isso está errado, precisamos melhorar", pontuam.



O manifesto que estamos vendo em quase todo Brasil, vem da revolta do povão que só é lembrado nas eleições. É a revolta contra os políticos, contra a corrupção, contra o descaso pela saúde, pela educação e segurança. O povo está no seu limite e isso é compreensível. Quem sofre na fila dos postos de saúde ou com filho morrendo sendo assaltado e violentado e ninguém faz nada está pedindo socorro para ossos governantes.
 
luana silva em 21/06/2013 06:10:25
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