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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

03/10/2014 10:01

Empresa segue sem pistas sobre funcionário desaparecido há dois meses

Renan Nucci
Jeferson foi visto pela última vez saindo do alojamento da empresa onde trabalha, às margens da MS-040. (Foto: Divulgação)Jeferson foi visto pela última vez saindo do alojamento da empresa onde trabalha, às margens da MS-040. (Foto: Divulgação)

Hoje completa dois meses que Jeferson Marques de Oliveira, 27 anos, desapareceu. O rapaz foi visto pela última vez na madrugada do dia 3 de agosto, quando saiu do alojamento onde repousava com colegas de trabalho, às margens da rodovia MS-040, saída de Campo Grande para Três Lagoas. Denúncias informavam que ele foi visto em cidades do interior, mas não houve confirmações. A Polícia Civil da Capital investiga o caso.

Jeferson é funcionário da empresa RMW Empreendimentos LTDA. Na ocasião do sumiço, ele foi visto por colegas deixando o alojamento. Todos imaginavam que ele iria beber água ou ir ao banheiro, como de costume, mas o rapaz jamais retornou. Segundo Adriana Laura, uma das funcionárias da RMW que acompanha o caso de perto, ele foi visto, supostamente, em dois municípios do interior.

Uma das denúncias apontava que ele estava em Bandeirantes, a cerca de 70 quilômetros de Campo Grande. Representantes da empresa e familiares de Jeferson foram até o município, mas não o encontraram. No caso mais recente, informantes disseram que ele poderia estar em Nova Alvorada do Sul, a 120 quilômetros da Capital, transitando como indigente, descalço, com as roupas sujas e com a barba grande.

“Checamos a informação, mas ele não estava por lá”, disse Adriana, reforçando que todos da RMW esperam encontrá-lo com vida. O padrasto dele, Orlando Alexandre do Amaral, de 53 anos, afirma que o sumiço pode estar relacionado com os problemas de alcoolismo os quais rapaz vinha enfrentando. “Ele estava se recuperando (do alcoolismo), mas pode ter tido uma crise de abstinência. Não fazemos ideia de onde ele possa estar”, destacou.

A DEH (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Homicídio) investiga o caso. Após tanto tempo sem notícias, Orlando começa a temer o pior. “Hoje faz dois meses que ele sumiu. Acredito que se estivesse bem, voltaria para a casa ou alguém iria vê-lo e identificá-lo. A gente se prepara para o pior, mas enquanto não houver confirmações, seguimos com esperanças”, afirmou. Informações a respeito do paradeiro podem ser repassadas a empresa, por meio do telefone (67) 3042-7980 ou 3042-7981, ou a Orlando, no (67) 9149-8032.

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