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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

20/01/2016 18:54

Estado confirma na 2ª adiamento do início do ano letivo, sem aula aos sábados

Flávio Paes

Muito embora ainda esteja sendo concluído um relatório atualizado sobre a situação dos municípios mais atingidos pelas chuvas das últimas semanas, na segunda-feira o Governo do Estado deve anunciar o adiamento do ano letivo por uma semana, com transferência do início das aulas do dia 15 para 22.

A Associação dos Municípios, em nome dos prefeitos, propôs ao governador Reinaldo Azambuja que as aulas comecem dia 29 de fevereiro. O prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal, não endossou a proposta, mantendo o calendário escolar das escolas da Capital, que marca para o dia 15 de fevereiro a volta às aulas.

Segundo a secretária Maria Cecília Amendôla, mesmo com a mudança, que atende (em parte) a reivindicação dos prefeitos, os alunos não terão aula aos sábados que serão reservadas a atividades de planejamento e conselho de classe, exclusivas dos professores. 

“A Secretaria de Obras está concluindo um relatório detalhado da situação. O fato é que 28 municípios estão em situação de emergência, 86 ponte foram destruídas”, comenta a secretária. Esta situação compromete o trânsito dos ônibus que fazem o transporte dos estudantes residentes na zona rural.

A Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação) se manifesta contra o adiamento do início das aulas, mas concorda que a medida adotada nos municípios sob situação de emergência. Na avaliação do presidente da entidade,Roberto, os prefeitos podem estar apenas usando o pretexto da chuva, para não ter pagar metade do salário de fevereiro aos professores contratados. “Isto aconteceu ano passado”, destaca, Roberto Magno.

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Acho estranho o fato de o governo do estado ir decidindo as coisas assim a revelia e a FETEMS ir concordando e acatando tudo sem nem mesmo salientar se a classe do magistério do MS será consultada,se concorda ou não com tais decisões.Ao que me consta esse ardil ai de postergar o início do ano letivo trata-se meramente de ficar livre do pagamento dos professores convocados (dinheiro para gastar na mídia,apregoando que os professores são valorizados coisa e tal sempre tem né?)Se o calendário letivo,para 2016 ja tinha inclusive sido aprovado,sem contar que todo ano é a "lesma lerda".Ano passado como forma de dar um crédito ao governo que assumia o "acordão" de fragmentar a reposição salarial da categoria foi(com a anuência da FETEMS) levada até 2021 e deu a categoria vai ser relegada de novo!
 
Francisco Macedo em 21/01/2016 10:03:23
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