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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

04/04/2014 12:17

Ex-governador, Pedrossian ganha homenagem nos 39 anos do HU

Aline dos Santos
Pedrossian e Maria Aparecida receberam homenagem. (Foto: Marcelo Victor)Pedrossian e Maria Aparecida receberam homenagem. (Foto: Marcelo Victor)

O ex-governador Pedro Pedrossian, 85 anos, foi homenageado nesta sexta-feira durante as comemorações dos 39 anos do HU (Hospital Universitário) de Campo Grande. A unidade leva o nome de Maria Aparecida Pedrossian, sua esposa.

“Nos sentimos honrados”, afirmou Maria Aparecida, 79 anos. Ela lembra que o casal participou há quatro décadas da inauguração do hospital.

O HU tem uma história peculiar. Foi inaugurado em 13 de março de 1971, às vésperas do fim do mandato de Pedrossian. Porém, em virtude da falta de recursos, foi fechado logo em seguida, sendo reaberto em 3 de abril de 1975.

Hoje, o ex-governador recebeu um placa de homenagem. Maria Aparecida salientou que o esposo inaugurou outros hospitais, como o HR (Hospital Regional) Rosa Pedrossian e o Hospital do Câncer.

“O HR foi logo fechado e o Zeca [do PT] foi obrigado a terminar. Mas virou um postão de saúde”, afirmou a ex-primeira-dama.

Pedro Pedrossian foi governador de Mato Grosso entre 1966 e 1971. Em 1980, foi nomeado para comandar Mato Grosso do Sul, posto que retomou em 1991, quando foi eleito nas urnas.

Em quase 40 anos, o HU de Campo Grande, ligado à UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), chegou a ser o segundo maior hospital do Estado, atrás somente da Santa Casa.

Dos 40 leitos iniciais se transformou em um complexo hospitalar e centro de referência estadual para doenças infectocontagiosas e procedimentos de alta complexidade.

Por ano, o Hospital Universitário atende 100 mil pacientes, realiza 300 mil exames laboratoriais e cinco mil cirurgias. O hospital, que tem 28.300 metros quadrados de área construída, conta com residência médica em 16 especialidades.

 



É uma pena que um hospital tão importante como o HU, tanto para Campo Grande como para todo o Mato Grosso do Sul e até outros estados, se encontre (como tantas outras unidades hospitalares Brasil afora) no estado lastimável em que está, em meio a denúncias de corrupção, infraestrutura precária e com o número de leitos sendo reduzido em relação à sua capacidade, ou seja, à beira do colapso... triste realidade da saúde brasileira...
 
Daniel Albuquerque em 04/04/2014 13:36:08
Para engordar os dados estatísticos, apresento minha estatística pessoal: tive somente três parentes meus internados no HU. Nenhum deles saiu de lá vivo. Naturalmente, são casos isolados. Cada leitor deve ter sua própria história. E pelo visto na história do HU, a saúde pública em MS está na U.T.I. há bastante tempo.
 
Carlos Alberto Cordeiro em 04/04/2014 13:31:51
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