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Campo Grande, Sábado, 22 de Setembro de 2018

07/08/2018 11:13

Fiscalização fecha quatro academias que funcionavam sem autorização

Estabelecimentos ficam na rua Brilhante, na região do bairro Universitário e no Jardim Paraíso

Mayara Bueno

Vistoria do Procon (Superintendência de Proteção ao Consumidor) fechou quatro academias em Campo Grande em dois dias. Os estabelecimentos funcionavam sem documentação, como alvará, por isso foram interditadas, até que se regularizem.

De acordo com o superintendente do Procon, Nikolas Pellat, a fiscalização, que começou na segunda-feira (dia 6) e segue nesta terça (dia 7), surgiu a partir de denúncia do Cref 11 (Conselho Regional de Educação Física da 11ª Região). A força-tarefa ocorreu em parceria com a Decon (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Contra as Relações de Consumo).

"A intenção não é prejudicar, especialmente o consumidor". O dirigente afirma que os problemas encontrado nos locais fechados são, além da falta de documento, ausência de comprovante de que, ao menos, o dono estava indo atrás de se regularizar.

As academias - que não tiveram os nomes revelados - ficam nas regiões da rua Brilhante, Universitário e Jardim Paraíso. Agora, elas terão de se regularizar para reabrirem. Nikolas explicou que, se o proprietário agir rápido a partir da notificação, em um dia a academia poderá voltar a funcionar.

"Assim que comprovarem, a gente analisa se realmente se foi sanada. A partir disso, a liberação é imediata". Sobre os que utilizam os estabelecimentos, o superintendente afirmou que eles podem buscar reaver o dinheiro proporcional aos dias que não conseguirem malhar, em virtude da interdição.

Uma das academias também não apresentava bacharel em educação física, o que é obrigatório. O dono disse aos fiscalizadores que há um profissional deste tipo contratado e que ele só não estava naquele momento no local. Neste caso, ele não foi autuado por este motivo, e, sim, pela falta de licenças, mas a delegacia vai investigar, para ter certeza de o estabelecimento tem o profissional.

O Procon analisou se tinham produtos fora de validade ou ilícitos para venda, entre outros, e não constatou tais irregularidades.



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