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26/10/2015 14:07

Força-tarefa para fechar prédio pode ser cancelada se normas forem cumpridas

Flávia Lima
Lojas terão que ser fechadas caso a vistoria dos bombeiros constate deficiências. (Foto:Arquivo)  Lojas terão que ser fechadas caso a vistoria dos bombeiros constate deficiências. (Foto:Arquivo)

Na tentativa de cancelar o fechamento total do prédio da antiga rodoviária da Capital, previsto para acontecer nesta terça-feira (27), a Associação dos Lojistas do local está providenciando, desde a manhã desta segunda-feira (26), os itens de segurança exigidos pelo Corpo de Bombeiros para manter o espaço em funcionamento.

Segundo informações do coronel Jairo Kamimura, comandante Metropolitano do Corpo de Bombeiros, a presidente da Associação dos Lojistas do complexo, Heloísa Cury, protocolou um requerimento nesta segunda-feira, solicitando que a corporação aguarde até o final da tarde para realizar uma vistoria no local. “Ela disse que está providenciando as exigências. Estamos esperando as adequações para ir até lá”, afirma o coronel.

Caso a vistoria de hoje não seja satisfatória, os bombeiros, DEOPS (Delegacia de Ordem Política e Social) e Polícia Militar irão manter a operação, programada para ocorrer a partir das 9 horas. “Se ela conseguir instalar todo o sistema preventivo, iremos abortar a operação”, diz Kamimura.

Segundo o coronel, ele teve a informação de que apenas o sistema de extintores estaria adequado, porém não houve comprovação dos bombeiros. Ele explica que são necessários oito dispositivos de segurança básicos para liberar o prédio, como hidrantes de parede, com mangueira e esguicho funcionando, sinalização em todo o complexo, iluminação de emergência, especialmente nas rotas de fuga, além de alarme e implantação de uma brigada de incêndio.

“Um dos maiores problemas observados é que as rotas de fuga estão fechadas. Não há acesso liberado entre um pavimento e outro”, ressalta. Também deve ser entregue um laudo assinado por um engenheiro elétrico atestando que a fiação do local não apresenta problemas.

Nervosa com a possibilidade de fechamento do prédio, Heloísa Cury disse que os lojistas foram pegos de surpresa com o aviso de interdição já que, segundo ela, a administração do complexo não comunicou sobre os prazos exigidos pelos bombeiros.

“Desde o incêndio de 2013 foi pedido um projeto de adequação do prédio, incluindo uma avaliação elétrica. Ficamos sabendo na sexta-feira que nem a taxa desses projetos havia sido paga. Como os extintores foram instalados, imaginamos que estava tudo certo”, diz.

A solução foi cotizar o valor entre os lojistas, incluindo a compra dos equipamentos necessários. “Imagina nosso desespero. Tem comerciante aqui há 35 anos no local, que não sabe se organiza a mudança ou não. O pior é que ninguém tem para onde ir”, destaca.

Os bombeiros garantem foi seguido o trâmite legal e dado prazo suficiente para as providências serem tomadas. A primeira notificação foi em outubro de 2013, quando houve um incêndio no local. Foram mais de duas notificações e uma autuação, sem que nada fosse feito.

O passo final foi no último dia 28 de agosto quando aconteceu interdição. O Condomínio está sem o alvará certificado porque o prédio não tem nenhum dos itens mínimos exigidos.

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