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Capital

Governo federal dá aval para prefeitura licitar retomada de porto seco

Após reunião no Dnit, prefeito diz que há recursos federais garantidos para a conclusão das obras

Por Anahi Zurutuza | 31/01/2017 17:23
Projeto do intermodal de cargas de Campo Grande, que não foi concluído até agora. (Foto: Park X)
Projeto do intermodal de cargas de Campo Grande, que não foi concluído até agora. (Foto: Park X)
Comitiva da prefeitura no gabinete do senador Pedro Chaves; ao lado esquerdo do prefeito está o parlamentar e à direita o secretário de Governo Antônio Lacerda (Foto: Facebook/Reprodução)
Comitiva da prefeitura no gabinete do senador Pedro Chaves; ao lado esquerdo do prefeito está o parlamentar e à direita o secretário de Governo Antônio Lacerda (Foto: Facebook/Reprodução)

O Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) autorizou a Prefeitura de Campo Grande a dar continuidade às obras do Terminal Intermodal de Cargas, espaço que funcionará como um porto seco em Campo Grande. O aval é resultado da ida do prefeito Marquinhos Trad (PSD) e comitiva da administração municipal à Brasília (DF) com o intuito de destravar obras paradas e projetos travados.

No início da tarde, o chefe do Executivo, o secretário de Governo, Antônio Lacerda, e a chefe da Central de Projetos, Catiana Sabadin, reuniram-se com o diretor nacional de Infraestrutura Ferroviária, Charles Magno Nogueira Beniz, que representou o diretor-geral do Dnit. Segundo a assessoria de imprensa da prefeitura, ele autorizou o superintendente do Dnit em Mato Grosso do Sul, Thiago Carim Bucker, a dar andamento aos processos necessários para a conclusão das obras.

“Os recursos federais estão garantidos e já podemos preparar a licitação”, disse o prefeito à assessoria de imprensa. A conclusão das obras estava estimada em ao menos R$ 2 milhões em 2015.

Marquinhos explicou ainda que o superintendente regional também terá a missão de conduzir as negociações com a Receita Federal para criar a zona alfandegária e, desta forma, permitir o terminal localizado se transforme no porto seco, ou seja, um espaço para armazenar mercadorias que serão distribuídas pelo Brasil e outros países por meio do transporte rodoviário e também ferroviário. 

A intenção era transformar a cidade em um entreposto, facilitando o escoamento dos produtos para os mercados externos.

As obras do intermodal de cargas começaram em 2007, com a ideia de alavancar as exportações estaduais, mas nove anos depois nem a infraestrutura foi concluída. A empresa responsável por comercializar e operar o intermodal de cargas, a Park X, não tem previsão para concluir as obras.

O empreendimento fica localizado às margens do anel rodoviário de Campo Grande, no trecho entre a BR-163, saída para São Paulo, e a BR-060, saída para Sidrolândia. 

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