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Campo Grande, Sábado, 22 de Setembro de 2018

26/05/2018 22:02

Grupo se diz enganado e ameaça retomar bloqueio na saída de distribuídoras

Em apoio ao protesto dos caminhoneiros, motoristas garante que impedirá entrada ou saída do local "por tempo indeterminado"

Guilherme Henri e Humberto Marques
Porta voz dos Uber em frente a base de distribuição da Petrobras (Foto: Fernando Antunes)Porta voz dos Uber em frente a base de distribuição da Petrobras (Foto: Fernando Antunes)

Motoristas de aplicativos ameaçam voltar a bloquear a central de distribuição de combustíveis da Petrobras, localizada na região da Vila Sobrinho, em Campo Grande. Eles afirmam que militares não teriam cumprido um suposto acordo firmado com eles de que o combustível liberado no início desta noite seria usado apenas para veículos usados em serviços de emergência, como na área da saúde.

O líder do movimento, Wellington Dias, presidente de associação que reúne motoristas de aplicativos, diz que pela tarde foram procurados por um major do exército. O acordo seria que eles liberassem o acesso da distribuidora para que os caminhões-tanques abastecessem veículos usados em emergências.

Os motoristas, então, liberaram o acesso e na saída dos caminhões chegaram a aplaudi-los. Contudo, horas depois foram informados que na verdade os veículos abasteceram dois postos particulares e, a partir dessa informação, decidiram fechar por tempo indeterminado o acesso da distribuidora, como ocorreu desde quarta-feira. “Agora ninguém entra ou sai”, afirma.

Para isso eles estacionaram os carros no acostamento do local. Wellington ainda garante que o movimento será pacífico e que não há a intenção de confronto. Outro questionamento do grupo, é porque o combustível liberado abasteceu os postos Katia Locatelli e não outros.

Ontem, a Justiça concedeu liminar para a imediata desobstrução em rua que dá acesso à Raízen Combustíveis e Petrobras em Campo Grande, onde motoristas, principalmente de aplicativos de transporte se concentraram desde o meio da semana, impedindo a saída dos veículos com as cargas de combustível. O protesto foi em apoio à greve dos caminhoneiros começou na segunda-feira (dia 21) e há falta combustíveis na cidade.

O Exército foi chamado para escoltar o transporte da carga, juntamente com a Polícia Militar.

Exército – O setor de comunicação social do Comando Militar do Oeste foi procurado pela reportagem nesta noite e informou que vai se posicionar por meio de nota neste domingo.

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