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Capital

Homem é preso por agredir ex com paulada e incendiar casa com vítima dentro

Crime ocorreu na madrugada de 5 de setembro; investigado foi capturado na manhã desta quarta-feira

Por Bruna Marques | 16/09/2026 10:03
Homem é preso por agredir ex com paulada e incendiar casa com vítima dentro
Investigado é conduzido por policiais após ser preso preventivamente nesta quarta-feira (16). (Foto: Direto das Ruas)

Homem de 26 anos foi preso preventivamente na manhã desta quarta-feira (16), no Jardim Noroeste, em Campo Grande. Ele é investigado por agredir a ex-companheira com um pedaço de madeira e atear fogo à casa enquanto ela dormia.

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Homem de 26 anos foi preso preventivamente em Campo Grande por agredir a ex-companheira com madeira e atear fogo à casa enquanto ela dormia. Os crimes ocorreram em 5 de setembro. A prisão foi realizada pela Deam, na Operação Mulher Segura. A vítima sobreviveu, mas a casa foi destruída. O suspeito teria ameaçado voltar para matá-la caso sobrevivesse.

A prisão foi realizada pela equipe do SIG (Seção de Investigação Geral) da Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher), no âmbito da Operação Mulher Segura, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Segundo a investigação, os crimes ocorreram na madrugada de 5 de setembro, por volta das 2h. O suspeito foi até a casa da ex-companheira e, enquanto ela dormia, deu uma paulada contra o rosto da vítima, provocando lesões.

Na sequência, conforme os elementos reunidos no inquérito e apresentados à Justiça, o homem ameaçou matar a ex-companheira. Depois, pegou um galão com líquido inflamável e ateou fogo à residência, enquanto a vítima ainda estava dentro do imóvel.

As chamas destruíram completamente a casa e os bens que estavam no local. A mulher conseguiu sair do imóvel e sobreviveu. Ainda segundo o relato registrado nos autos, após o incêndio, o investigado disse que voltaria para matá-la caso ela tivesse sobrevivido.

Diante da gravidade dos fatos, do risco à vida e à integridade física da vítima e da possibilidade de reiteração criminosa, a autoridade policial representou pela prisão preventiva.

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