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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

24/05/2016 09:55

Homem morto durante assalto em conveniência respondia por homicídio

Viviane Oliveira e Guilherme Henri
Movimentação de policiais na conveniência onde ocorreu o assalto frustado, que acabou com um morto e outro baleado. (Foto: divulgação) Movimentação de policiais na conveniência onde ocorreu o assalto frustado, que acabou com um morto e outro baleado. (Foto: divulgação)

Rodrigo Batista Gudim, 21 anos, morto durante roubo em conveniência na noite de ontem (23), tinha várias passagens pela polícia, de acordo com o delegado Tiago Macedo, da Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) da Vila Piratininga.

Conforme a autoridade policial, o rapaz respondia por homicídio, porte de arma, lesão corporal, furto, ameça - violência doméstica, falsa identidade e roubo. “Ele era considerado perigoso”, diz o delegado. 

Comparsa de Rodrigo, Gabriel Lima de Oliveira, 18 anos, também envolvido no assalto, foi preso em fevereiro pelo crime de roubo, mas um mês depois, foi solto pela Justiça. “Situação que gera sentimento de impunidade. Se ele não tivesse em liberdade, esse crime não teria acontecido”, afirma.

O assalto que foi frustado por um policial militar de 27 ocorreu por volta das 20h40 na conveniência, que fica na Rua Joana Dar'c, no Bairro Pioneiros. O PM estava sozinho no estabelecimento, que pertence a esposa, quando foi surpreendido pelos dois homens que anunciaram o roubo.

Rodrigo armado com uma revólver calibre 32 de cano longo mandou a vítima ficar de joelhos e jogar a carteira no chão. Neste momento, a carteira funcional do policial caiu e o assaltante abaixou para ver.

A vítima aproveitou o momento de distração do bandido, sacou a sua arma, uma pistola . 40 e atingiu Rodrigo no abdômen. O militar ainda disparou mais um tiro e acertou o comparsa do rapaz, Gabriel, que foi socorrido pelo Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e levado à Santa Casa, onde deve passar por cirurgia.

“O militar esperou o momento certo de agir, se mostrou paciente, equilibrado e com experiência, apesar da pouca idade. Ele ia ser morto, porque os bandidos já tinham o reconhecido como policial”, afirma o delegado. Segundo ele, um dos bandidos tentou atirar, só não conseguiu porque a arma falhou.



Esse Policial honra a farda que veste, prestou um ÓTIMO serviço a sociedade, mandando mais um bandido para o colo do capeta.
A sociedade de bem de Campo Grande, com certeza não vai sentir a mínima falta desse aí.
O policial deve ser promovido e com honras
 
Geo em 24/05/2016 10:23:11
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