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Campo Grande, Segunda-feira, 24 de Setembro de 2018

03/10/2017 17:15

Jovem de 18 anos aparece decapitado e carbonizado em lixão da Capital

Corpo foi encontrado no sábado (30), mas caso só veio a tona depois de ser reconhecido pelo pai nesta terça

Guilherme Henri
Leoni de Moura Custódio, 18 anos (Foto: Arquivo Pessoal)Leoni de Moura Custódio, 18 anos (Foto: Arquivo Pessoal)

O corpo de um jovem de 18 anos foi encontrado carbonizado e sem cabeça no aterro sanitário de Campo Grande. A vítima foi identificada como Leoni de Moura Custódio, que estava desaparecido desde a última quinta-feira (28).

Apesar de o jovem ter sido encontrado no sábado (30), somente hoje o caso veio a tona, quando o pai da vítima fez o reconhecimento no IMOL (Instituto Médico Odontológico Legal).

A informação foi confirmada pelo delegado que irá investigar o caso, Geraldo Marim, da 3ª DP (Delegacia de Polícia). Segundo ele, a ocorrência chegou nesta terça-feira (3) e ainda não é possível dar mais detalhes da investigação que se inicia. No entanto, o delegado adiantou que o corpo estava queimado e sem cabeça.

Leoni estava desaparecido desde a última quinta-feira (28) (Foto: Arquivo Pessoal)Leoni estava desaparecido desde a última quinta-feira (28) (Foto: Arquivo Pessoal)

De acordo com o pai da vítima, Reinaldo Custódio da Silva, 48 anos, Leoni estava em Campo Grande há cerca de 15 dias. “Ele morava comigo em uma chácara e depois mudou para o Jardim Canguru, aqui em Campo Grande”, disse.

O último contato com o filho foi na segunda-feira (25) antes de viajar a trabalho. “Conversamos e estava tudo bem. Fui para Sidrolândia, pois mexo com ar condicionado. Na quinta-feira (28) minha esposa ligou, pois Leoni estava desaparecido”, conta.

Como não era rotineiro, Reginaldo voltou a Capital em buscas de informações do filho e chegou a registrar uma ocorrência de desaparecimento na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) do bairro Piratininga.

“Percorri delegacia e hoje (3) acabei no IMOL onde fui informado sobre um corpo. Fizemos o reconhecimento pela digital e o que mais temia se concretizou: era o Leoni”, afirma.

Questionado, Reginaldo diz que não sabe quem pode ter assassinado seu filho ou a motivação para o crime. “Tudo o que eu quero agora é justiça. Ele era um rapaz bom, não dava trabalho”, desabafa.



Este bairro é um perigo, outro dia um cara jogou a bicicleta na frente do meu carro, comecei a xingar e disse que eu tinha fechado ele, mandou euidescer, daí ele meteu a mão na cintura, acelerei o carro e fui pra cima dele, não tinha outro jeito, ele desviou e eu fui embora, não vou levar tiro de graça, hoje eu dou a volta na BR mas não passo na rua catiguá à noite, dou a volta na BR.
 
MC em 03/10/2017 18:29:58
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