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Capital

Justiça manda a júri e mantém preso acusado de matar vendedor de flores

Crime aconteceu em março deste ano. Rapaz responde por homicídio qualificado pelo meio cruel, motivo fútil e pelo recurso que dificultou a defesa da vítima

Por Nadyenka Castro | 12/11/2012 08:27
Perícia no local onde o corpo foi encontrado. (Foto: Marlon Ganassin/ Arquivo)
Perícia no local onde o corpo foi encontrado. (Foto: Marlon Ganassin/ Arquivo)

A Justiça mandou a júri popular e manteve preso Luiz Felipe Valentim Candido, acusado de matar o vendedor de flores Luís Augusto Mendes Rachel, 49 anos, por volta das 23h40min do dia 4 de março deste ano, em Campo Grande. A data do julgamento ainda não foi marcada.

O crime aconteceu em uma estrada vicinal nas proximidades do Aeroporto Teruel. Luís Augusto foi morto a socos, chutes e golpes de madeira, desferidos por Luiz Felipe e também por um adolescente, com 15 anos. Os dois ainda furtaram o veículo da vítima e foram encontrados no dia seguinte.

Luís Felipe confessa envolvimento no crime, mas, afirma que não desferiu golpes de madeira.
Ele foi pronunciado por homicídio qualificado pelo meio cruel, motivo fútil – discussão durante relação sexual - e pelo recurso que dificultou a defesa da vítima. A data do jul

A defesa pediu impronúncia, alegando legítima defesa, ou exclusão das qualificadoras e desclassificação para lesão corporal seguida de morte.

Na pronúncia, o juiz Aluízio Pereira dos Santos negou pedido de revogação da prisão preventiva. Luís Felipe também teve negada liminar, na sexta-feira (9). Há oito meses , desembargadores da 1ª Câmara Criminal, por unanimidade, negaram o primeiro habeas corpus impetrado pela defesa.

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