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Campo Grande, Terça-feira, 22 de Janeiro de 2019

04/05/2017 11:36

Licitação para contratar empresa de radares sai em 20 dias, diz Agetran

Mayara Bueno e Richelieu de Carlo
Radares foram desativados depois de fim de contrato. (Foto: André Bittar/Arquivo).Radares foram desativados depois de fim de contrato. (Foto: André Bittar/Arquivo).

A licitação da Prefeitura de Campo Grande para contratar empresa fornecedora de radares deverá ser aberta em 20 dias, de acordo com o diretor-presidente da Agetran (Agência Municipal de Trânsito), Janine de Lima Bruno. Desde o começo do ano, os aparelhos estão desativados na cidade, porque o contrato com a Perkons S/A acabou e não foi renovado pela administração municipal.

Se não ocorrer contratempos, como recursos de outras empresas, a concorrência deve ser finalizada em 45 dias, explica o diretor.

Janine não sabe estimar quanto o município deixou de arrecadar com a desativação dos radares, e consequente paralisação de multas, mas afirma que, “no geral”, houve queda de 50%. Tanto pelos aparelhos desativados quanto penalidades aplicadas por agentes de trânsito.

São 30 faixas de lombada em 16 locais e 97 radares em 53 pontos. A Agetran tem dois radares portáteis, que circulam pelas avenidas de Campo Grande. O Detran (Departamento Estadual de Trânsito) continua fiscalizando, por meio de lombadas, o trânsito no Parque dos Poderes.

Contratos - Em 2003, a administração das lombadas eletrônicas de Campo Grande passou do Detran (Departamento Estadual de Trânsito) para a Perkons, que venceu licitação. Na ocasião, o contrato era válido por quatro anos, com valor de R$ 17 milhões. Desde então, o acordo foi sistematicamente prorrogado.

Em dezembro de 2010, a Perkons venceu uma nova licitação. Conforme consulta ao Diário Oficial de Campo Grande, o contrato 16/2010 tinha validade até 5 de dezembro de 2016. Firmado em 2010, o contrato teve quatro termos aditivos.

No ano passado, ainda na gestão do prefeito Alcides Bernal (PP), os radares chegaram a ser desligados por falta de pagamento de R$ 2,2 milhões. O débito foi pago e a administração lançou nova licitação, mas o edital foi suspenso dias depois.



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