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Capital

Mais da metade dos leitores acham que aulas voltam ainda em 2020

Nova reunião entre escolas particulares, MPMS e Prefeitura de Campo Grande está marcada para o dia 3 de setembro

Por Aletheya Alves | 15/08/2020 07:23
Alunos durante período com aulas presenciais na Escola Thereza Noronha de Carvalho. (Foto: Arquivo/Henrique Kawaminami)
Alunos durante período com aulas presenciais na Escola Thereza Noronha de Carvalho. (Foto: Arquivo/Henrique Kawaminami)

A volta às aulas presenciais na rede particular de ensino foram adiadas pela terceira vez após reunião na tarde de quinta-feira (13). Questionados, 51% dos leitores acreditam no retorno ainda neste ano.

Para decidir o futuro dos alunos, foi marcada uma nova reunião entre representantes de escolas particulares, MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) e Prefeitura de Campo Grande para o dia 3 de setembro. A ideia é definir um possível retorno para o dia 10 do mês que vem.

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Para concordar com a volta às aulas presenciais, Letícia Carvalho diz que é necessário ter alguma forma mais certeira de prevenção. “Quando tiver vacina, volta. As crianças estão bem ficando em casa”, diz.

Mayara Gonçalves argumenta que o retorno pode até acontecer, mas sem a vacina “é loucura”. Ainda dentro dos 49% que indicaram não acreditar no retorno ainda neste ano, Monitheli Barreto, 25 anos, diz que está torcendo para volta apenas em 2021.

Com irmã e prima em período escolar, Monitheli Barreto acredita que aulas devem voltar em 2021. (Foto: Marcos Maluf)
Com irmã e prima em período escolar, Monitheli Barreto acredita que aulas devem voltar em 2021. (Foto: Marcos Maluf)

Tenho minha irmã e minha prima, não acho que seja prudente retornar do jeito que está. A melhor situação é o retorno apenas em 2021 mesmo, até lá deve ter alguma melhora.

Pai de um menino de 8 anos, Fransuilo de Moura, 32 anos, explica que a situação não é das melhores com a educação em casa. “Está um pouco difícil com as aulas à distância, mas parece melhor esperar mais”.

Também com criança pequena em casa, Weslei Henrique Cézar, de 27 anos, diz que seria complicado ter o retorno sem melhora nos índices da pandemia. De acordo com o representante comercial, ele ainda não viu uma estabilidade no cenário.