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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

07/09/2013 20:06

Manifestantes sentam em frente ao prédio onde reside o governador para protestar

Vinícius Squinelo

Cerca de 30 manifestantes estão, neste momento, protestando na rua Euclides da Cunha, em frente ao prédio onde reside o governador André Puccinelli (PMDB). O protesto segue de forma tranquila, porém a via está parcialmente interditada, e parte dos manifestantes ofende quem passa pela rua.

Após se reunirem na Praça do Rádio Clube, por volta das 15h, os manifestantes, a maioria “punks”, decidiram se dirigir até a rua Euclides da Cunha, entre as ruas Bahia e Rio Grande do Sul. Antes com 70 pessoas, o protesto perdeu o apoio de pelo menos 40 integrantes.

Neste momento, os manifestantes estão em frente ao prédio onde mora o governador, protestando com palavras de ordem. Eles sentaram na rua, impedindo a passagem de veículos que vão em direção ao centro, pela rua Euclides da Cunha. Os motoristas têm que virar na Rio Grande do Sul, para então seguir para o centro da Capital.

Quatro policiais acompanham os manifestantes, e o protesto é pacífico até o momento. O único distúrbio registrado são ofensas disparadas pelos manifestantes para pedestres e motoristas. Com palavras de baixo calão, parte dos integrantes do protesto xingam quem passa na rua.

Paço – Aproximadamente 12 guardas municipais fazem a proteção do Paço Municipal, sede do Executivo de Campo Grande. A proteção nesta noite ocorre mesmo sem a presença de manifestantes nas imediações do local.

A Praça do Rádio, onde começou a manifestação nesta tarde, já está vazia.



Um bando de desocupados, ofendendo e xingando os transeuntes da via pública. Como diz Boris Casoy "Isto é uma vergonha". Embora seja contra a ditadura, nestes casos da saudade.
 
Reinaldo Ferreira dos Santos em 09/09/2013 09:38:31
Protesto, manifesto, tudo bem mas xingar quem passa pelo local é demais, estão dando motivo para serem presos para depois se fazerem de vitimas perante a midia.Porque tantos protestos,em nosso Estado só não trabalha quem não quer, trabalho tem para todos, onde existe trabalho existe meios de sobrevivência, se quer ter melhores salários que se qualifiquem, fazer protesto e ou baderna só pode piorar.


 
porfirio vilela em 08/09/2013 07:11:49
O direito de ir e vir, senhores manifestantes, é assegurado desde a Magna Carta outorgada, há 800 anos, pelo Rei João da Inglaterra e que graças a Deus, sempre fez parte de nossas constituições, desde a 1ª, a imperial de 1824. O “sítio” à residência particular do cidadão, eventualmente governador eleito, é constitucionalmente condenável e alcança mais que injustamente toda sua família, além de perturbar a vida de toda a vizinhança, de todo cidadão.
 
Paulo Cunha em 07/09/2013 21:11:40
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