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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

06/09/2015 18:29

Marcha chega à Capital e manifestantes pretendem ir a desfile amanhã

Caroline Maldonado
Famílias pretendem seguir para Centro de Campo Grande amanhã (Foto: Fernando Antunes)Famílias pretendem seguir para Centro de Campo Grande amanhã (Foto: Fernando Antunes)

Depois de bloquear a passagem de veículos por cerca de 20 minutos, em pedágio da BR 163 em Anhanduí, integrantes da 1ª Marcha Estadual dos Movimentos Sociais, conseguiram água e transporte para chegar a Campo Grande. Agora, eles acampam na BR 163, próximo ao posto Locatelli e pretendem seguir a pé até a Rua 14 de Julho amanhã (7), onde ocorrerá do desfile em comemoração a Independência do Brasil.

Os manifestantes informaram que vieram em seis ônibus, oferecidos pela CCR MSVia, mas a concessionária nega ter negociado o transporte e diz que a PRF (Polícia Rodoviária Estadual) estaria no pedágio providenciando os ônibus. A PRF, por sua vez, disse que a CCR poderia estar negociando o traslado, mas não confirmou a informação. 

O presidente do MTR (Movimento dos Trabalhadores Rurais), Ednaldo Menezes, contou que a concessionária forneceu água e ônibus para os mais de 200 representantes de sete movimentos. “A reforma agrária está parada há oito anos em MS. O Governo Federal fez um assentamento em Anhandui, em 2013, mas só agora entregaram a energia elétrica lá. Então, precisamos exigir o fim dessa morosidade”, destacou.

Os manifestantes andaram 23 quilômetros entre o posto Eucalipto e o pedágio, nesta manhã. Eles saíram do acampamento Estrela Cinco, em Nova Alvorada do Sul, ontem (5) e representam também o MAF (Movimento da Agricultura Familiar), MAC (Movimento da Agricultura Camponesa), MSTB (Movimento Sem Terra Brasileiro), FNL (Frente Nacional de Luta), MAR (Movimento Agrário Rural) e MLPT (Movimento de Luta pela Terra). O MST (Movimento Sem-Terra) não participa da marcha.

“Somos outra coalizão, que representa cinco assentamentos e além de exigir a reforma agrária estamos apoiando o movimento indígena, pois eles precisam de uma força nesse momento”, comentou o coordenador geral do MAF, Rodionei Merlin. Hoje à noite, os manifestantes farão reunião para definir os próximo atos após a ida ao desfile. 



Tem que chegar o po/rre/te nesses ma/lan/dros
 
wild em 06/09/2015 20:09:22
Só um Bolsonaro para resolver essa pouca vergonha em que vive a nação. Qualquer desocupado se acha no direito de interditar estradas, invadir propriedades e impedir o sagrado direito de ir e vir do cidadão. Uma vergonha.
 
Barbarossa em 06/09/2015 18:38:53
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