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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

23/05/2011 08:54

Menino extorquido por ex colega de escola “pagava” para não apanhar

Paula Maciulevicius

Caso começou com colega exigindo que vítima fizesse as tarefas, depois passou a pedir dinheiro. Extorsão durou quase um ano

Caso ocorreu em escola estadual de Campo Grande. (Arquivo)Caso ocorreu em escola estadual de Campo Grande. (Arquivo)

Um menino carregou aos 12 anos o peso da agressão em silêncio. Por medo e pelas ameaças, o adolescente não contou a ninguém sobre extorsão sofrida desde o ano passado, dentro de uma escola pública de Campo Grande, por um ex-colega de classe, de 14 anos.

A história é digna de filme americano, um caso clássico de bullying. A vítima, que no começo era obrigada a fazer as tarefas de classe do garoto, pegava dinheiro de casa para não apanhar.

“Ele dizia que ia me matar. Ele e os guris amigos dele”, desabafa o menino. O caso foi registrado na Delegacia de Atendimento a Infância e Juventude, que já concluiu o inquérito.

Na delegacia, o autor confessou que fazia as ameaças. A delegada Aline Lopes explica que não pediu a apreensão do garoto, porque seria pior. “Se ele vai para a Unei acaba aprendendo mais, lá é uma escola”.

Filme de terror - Por telefone, as intimidações eram constantes, sempre nos intervalos de terça e quinta-feira. O garoto com medo de que o colega fosse cumprir com as ameaças, entregava o dinheiro no local marcado e voltava para casa em silêncio.

A mãe da vítima contou ao Campo Grande News que calcula que o filho tenha dado por volta de R$ 3 mil reais. Cada valor pago era acima de R$ 50 reais. Nas últimas vezes, antes da descoberta foram R$ 90 e R$ 70 reais. A desconfiança da família começou há cerca de quatro meses e a suspeita era que o menino estivesse usando o dinheiro para drogas.

“Eu não sabia para onde estava indo o dinheiro. Perguntava e ele falava que não era ele. Eu já nem dormia, ele estava tão agressivo no colégio, em casa também. Mas era essa a defesa dele”, conta a mãe.

Segundo ela, os colegas de classe sabiam da extorsão, mas por medo de serem ameaçados também, mantiveram o caso em silêncio. A família só foi descobrir a violência psicológica que o garoto sofria na quarta-feira da semana passada, depois que uma vizinha conseguiu contar.

“Eu estava tentando descobrir o que estava acontecendo, só podia ser droga, é uma situação difícil. Ele entrava no banheiro e ficava lá trancado um tempão”, relata a mãe.

A amiga que trouxe a tona história da agressão para a mãe da vítima tem um filho da mesma idade que estava acompanhando tudo, mas tinha medo de falar. O agressor inclusive, já tinha pedido para que o vizinho fosse chamar a vítima em casa, para ele poder pegar o dinheiro.

“Quando ela contou, eu direto liguei para ele. E já pensei, quando é assim ele vai encontrar ele de novo”, relata a mãe.

Ao chegar em casa, ela perguntou se o menino não tinha nada para contar. Ele afirmou que não. A mãe, insistindo, disse que iria começar a falar e que ele terminaria. “Você tem visto o ‘fulano’? Ele disse que se você contasse para alguém ele te mataria? Ele está te ameaçando, você está dando dinheiro para ele não te bater?”

Foi dessa forma que o garoto começou a se soltar.

Dentro da escola – A história teve início dentro da sala de aula. Os dois estudavam na mesma classe até o ano passado. O mais velho forçava o menino a copiar tudo para ele. A situação seguiu até que a diretoria do colégio ficou sabendo.

“Alguém contou para a diretoria e a gente foi chamado. Meu filho apanhou quando descobriram, no ponto do ônibus. Ele só não bateu mais porque outros meninos não deixaram”, acrescenta a mãe.

Para continuar as ameaças, o agressor disse ao menino “para mim não te bater, você vai ter que me arrumar dinheiro”. A vítima respondeu que não tinha, e teve como resposta “rouba lá da sua casa”, conta a mãe.

O agressor chegava a ligar seis vezes por dia, sempre a cobrar e quando a vítima não tinha conseguido o dinheiro, ficava evitando as chamadas.

“Aí quando eu não tinha, eu não atendia, depois quando conseguia, eu retornava”, conta.

Segundo o menino, o garoto dizia “me arruma tanto, eu falava vou ver, vou ver e ele dizia não vai ver não, tem que ter certeza”.

Registro – A família procurou a Deaij (Delegacia Especializada de Atendimento à Infância e Juventude) para fazer boletim de ocorrência. O caso foi registrado como extorsão. O garoto foi levado a marcar encontro no terminal de ônibus para fazer o pagamento. A equipe da Deaij esperou junto com a vítima pela chegada do agressor e flagrou a entrega do dinheiro.

Antes do encontro, o garoto gravou duas ligações em que conversava com o adolescente. Em um dos trechos ele diz: “você falou com um cara que eu vou aí pedir 2 real para você todo dia, mano. Um guri aí que me falou, eu vou te arrebentar”.

Ainda na mesma conversa, a vítima pergunta “e o negócio de sexta-feira?”, o autor responde “eu vou lá no terminal ou eu vou para o treino quinta, você vai?”. A vítima responde que vai sair com a mãe e pergunta quanto ele vai querer para sexta-feira. O agressor responde “mil” e depois diz que estava brincando, “estou zuando, ah sei lá, quanto você tem para me arrumar?”

O menino responde “quarentão” e o adolescente concorda.

A mãe da vítima conta que as entregas eram quase sempre na saída do treino de futebol do garoto. O adolescente esperava na frente do local e tem um amigo que passava informações de onde a vítima estava.

“Ele às vezes chegava fora de hora, depois das 7 horas da noite, sendo que saía da escola 17h30? Eu perguntava e ele não dizia nada, era o medo”, relata a mãe.

“Quando ele não tinha dinheiro, era o passe de ônibus que ele dava. Aí ele pedia dinheiro para os colegas, para a diretora, dizia que tinha esquecido o passe. Quando ele ficou com vergonha de pedir, dava um jeito de entrar pela porta de trás do ônibus”, detalha a mãe.

Familiares relembram que depois que a diretoria do colégio descobriu as tarefas copiadas, o garoto que não tinha problema nenhum de saúde, começou a ter muitas dores de cabeça e estômago. “Eu desconfio que ele já estava apanhando na cabeça e na barriga”, acrescenta a mãe.

A direção do colégio, depois de comunicada sobre o registro do boletim de ocorrência, começou a sondar os alunos. “vocês tem visto o fulano por aqui? Eu soube que esses dias ele pulou o muro da escola”, a resposta dos estudantes foi afirmativa e um deles ainda completou “ele vir aqui não é nada, pior é o que ele está fazendo com o colega”, admitiu um dos estudantes.

Com o sofrimento do filho, a angústia da mãe é visível aos olhos. O caso é contado com tristeza e um sentimento de culpa. “Por que ele não me contou da primeira vez? Teria evitado tudo isso. Eu fico me perguntando onde foi que eu errei”, desabafa a mãe.

“A gente atribuía o comportamento dele a indisciplina, não imaginava que ele estava fazendo algo forçado. Isso desencadeou uma pressão psicológica muito grande nele”, afirma a família.

A fragilidade e o receio com que o garoto conversa, revolta quem escuta os detalhes do crime. Ele conta sem querer relembrar, aos poucos e evita olhar nos olhos. Tocando violão, uma das coisas que mais gosta de fazer, fora jogar futebol, o menino conta “eu não tinha vontade de fazer nada mais”.

Ele diz que nunca fez nada contra o agressor e que quando começaram a estudar juntos, eram “amigos”. “Ele é maior que eu, vinha sempre com um amigo grande pegar o dinheiro. Era um diferente cada vez. Ele sempre dizia que se eu falasse ele ia me arrebentar, me matar”.

Para ter o dinheiro, o menino diz que esperava acordado até os pais dormirem e devagar entrava pé ante pé, no quarto, para pegar a quantia que tivesse no bolso da calça do pai.

“Muitas vezes eu acordava com ele dormindo no pé da minha cama, ele dizia que estava com medo de um filme”, comenta a mãe.

A espera pela tranqüilidade sai na voz da própria vítima “quero ver minha vida mudar, para o oposto do que estava acontecendo”, deseja.

O medo de que a extorsão não chegue ao fim deixa a família preocupada. Depois de ouvido, o autor foi entregue para a mãe e o caso encaminhado para a 2ª Vara Judicial.

“Eu tive vontade como mãe da vítima de avançar no menino dentro da delegacia. Mas eu penso na mãe dele também. Se a gente não estava dormindo, imagina ela? Ainda acho que tem alguém por trás disso. Eu só quero que isso pare por aqui e que ele não saia impune”, finaliza.

A mãe do adolescente acusado de extorsão garantiu à delegada que nunca viu o dinheiro em casa e se disse surpresa com o caso.



nussa fatos que nos deixam abismada pq isso nao pode virar uma coiisa comun pq pença se isso nao ter limite daki a pouco os estorsores pode mata mesmo quem sabe? essas pessoas que sao estorcidas nao e facil para elas(e) e uma coisa muitu sofrida roubar dinheiro dos pais mais ainda..................
 
stefanie bruna em 22/06/2011 09:03:59
Observamos mais uma vez um terrível caso de Bullying, mas não aquele bullying comum que não sai nos jornais mas que todos os dias ocorre, estamos falando de um caso mais terrível e comum do que possamos imaginar, e só agora o governo e a sociedade estão abrindo os olhos perante isso, ele sempre esteve presente porem até os tempos de hoje era comum e era só uma experiência pela qual todas as crianças iam passar. O bullyng que vemos nesta noticia é um absurdo, como os professores e a diretora desse colégio não notaram isso? isso é um descuido e espero que não ocorra também um descaso quanto a isso. O que a sociedade de hoje precisa é Comprometimento do governo em a favor do desenvolvimento, a favor da luta pelos desfavorecidos em a favor da justiça e paz.
 
Cesar Zorzin em 29/05/2011 06:59:29
Gente oque estar acontecendo com nossas crianças.....????
 
SHIRLEI FREIRE em 27/05/2011 11:39:23
Fiquei indignada com esta história. É para isso que foi criado o ECA, e parece que está conseguindo seu objetivo (CRIAR E APOIAR OS MENORES INFRATORES), um pai não pode corrigir seu filho, o professor hoje não tem autoridade nenhuma sobre seus alunos, eles não sabem a matéria ensinada em sala de aula, mas, o estatuto da criança e do adolescente sabem de cor e salteado. É muita hipocrizia...
Gostaria de perguntar aos pais desse garoto estorquido, porque não, não ficaram alertas se já havia ocorrido antes o fato dele ter que fazer as tarefas e copiar as matérias para o mesmo delinguente, eles foram omissos, sim. Pais e filhos tem que dialogar mais, os filho tem que ter confiança nos pais, a familia deve ser o porto seguro dos filhos.
Quanto a esse bandido a família dele deve ficar alerta pois se eles não percebiam que ele tinha dinheiro é por que pode ter comprado "coisas" para consumir (drogas por exemplo).
 
Regina Saboia em 27/05/2011 08:40:29
Fico feliz em ver todos esses comentários agressivos contra um garoto de 14 anos, me conforta saber que todos aqui tem filhos honrados e que jamais se comportariam como esse"marginal" não é mesmo? Até o "tal" "psicólogo" lenhando o garoto, pelo nome dele nota-se que tem uma família perfeita e nunca foi perseguido na escola, pois o nome dele é lindo. Gostei mais ainda de culparem a mãe dele, uma doméstica que limpa o chão imundo dos mesmos "honrados" que criticam seu filho, não teve um desses honrados para sugerir que o menino precisa de um acompanhamento e que não é um caso perdido, é um ser humano. Onde está o Cristianismo? Mas se até um projeto de psicólogo ataca o garoto, imagine a ralé, o zé povinho? Se fosse rico, não dava nada, como a mãe é doméstica, todos atacam. Isso é repulsivo.
 
Julio Martini em 27/05/2011 08:06:15
A DELEGADA ESTA CERTA ELE NAO DEVE IR PARA UNEI! TEM QUE IR PARA PENITENCIARIA DIRETO! E POR ISSO QUE O BRASIL E O PAIS DA IMPUNIDADE! MARGINAL APRONTA E AINDA E BENEFICIADO! QUE PAIS E ESTE?
 
luiz carlos em 24/05/2011 08:33:15
O palocci multiplica o capital por vinte em pouco tempo, ms gasta os recursos fazendo aquario do pantanal, a prefeitura esquece toda a cidade(cheia de buracos) para fazer a via morena.... será que não vale apena investir um pouco mais em educação.... conheço escolas em campo grande que não tem quadra coberta, muitos menos muro e portão seguros...olha gente, o Brasil é a "bola" da vez na economia mundial e aquele administrador publico que não visualisar esta realidade, por favor, "execute-se".
 
agricio araujo em 24/05/2011 08:31:00
O negocio agora não é mandar o individuo para uma unei....é fazê-lo pagar de qualquer forma pelo menos danos causados....se não tiver dinheiro, manda ele os pais pintarem a escola, lavar chão....ele não é um aluno normal, então, já pode trabalhar duro, né?´`As vezes, até exagero, dou sempre razao ao professor e cobro dos meus filhos todos os dias compórtamento e boas notas.... se alguem ai não faz isso....passe a fazer.... sempre é tempo.
 
agricio araujo em 24/05/2011 08:16:15
Que sirva de alerta para tantos pais omissos que entregam seus filhos ao mundo e não percebem que uma criança está sofrendo dessa maneira durante um ano e nem percebe, precisa de uma vizinha para contar. Se desconfia que seu filho está usando drogas, vai buscar na escola, no treino, investiga a rotina dele, faz alguma coisa! Torço para que esta criança se recupere e que Deus ilumine a cabeça desses pais! Quando ao garoto que extorquia dinheiro, que prendam a mãe por ser tão omissa!
 
Maria Alves em 24/05/2011 08:04:08
Fiquei indgnado e emocionado ao ler esta matéria... sou psicólogo e instrutor, penso como este menino sofreu... mas me surpreende como os pais do agressor não percebeu nada... vendo o filho chegar com dinheiro em casa...

Este garoto, um marginal juvenil, deve ser punido e trabalhar seus limites...

Fiquei angustiado ao ler tudo isso.... fico pensando, quantas crianças e adolescentes sofrem do mesmo problema, seja por preconceito, humilhação, homofobia... etc...

Sugiro a todos um filme: Uma oração para Bobby, não tem nada haver com o problema deste garoto, mas mostra como as palavras mal falada prejudica um jovem.

 
Ronilço Oliveira em 24/05/2011 08:03:11
Quero saber quem vai proteger esse menino de realmente apanhar do outro agora? O Estado? Como? Ele vai voltar para a casa dele, vai continuar frequentando a mesma escola, morrendo de medo e de vergonha. E o agressor sequer será punido.
É isso aí, vamos criar mais bandidos, tem poucos aí fora para nos aterrorizar!!!
 
jassumara em 24/05/2011 07:56:39
Só uma mãe para entender o desespero dessas descobertas. Eu concordo com alguns comentários feitos, eu tb acho que está na hora do nosso Codigo Penal mudar, chega de ficar passando a mão em cabeça dos "de menores"... Já está mais comprovado que eles sabem sim diferenciar o certo do errado. E tem muito menor de idade ae muito mais bandido que os maiores de idade. ATé quando isso? Tem que ser responsabilizado, processado e pagar pena, mas como adulto. Se podem votar, escolher o representante do povo aos 16, pq não podem responder criminalmente?????? Talvez por não ter lugares nas cadeias entupidas? Põe essa gurizada pra trabalhar, plantar, roçar... oras!
 
Andrea Chaves em 24/05/2011 07:41:14
É um caso de Omissão, a mãe da vítima deveria prestar mais atenção no filho, se o dinheiro está sumindo, é por que está acontecendo algo suspeito. De outro lado os pais do autor deveriam suspeitar de onde o filho arranja dinheiro sem trabalhar. Daí tinha que dar nisso mesmo, ninguém toma providências para cuidar do próprio filho. Punição para os pais também!!!
 
Lucio Xarão em 24/05/2011 07:31:33
Cadê a voz do pai da vítima que, nem na hora em que o filho contou o que aconteceu falou alguma coisa? Ensina o teu filho no caminho em que deve andar e até quando crescer não se desviará dele. É obrigação do pai fazer o guri ser homem e ter coragem de contar aos pais o que acontecia. Não digo peitar o moleque agressor, mas não ter medo e contar pra quem confia que pode resolver. Só podemos concluir que a vítima não tem confiança nem diálogo com os pais.
Misericórdia Deus!
 
Márcio Patrocinio em 24/05/2011 06:22:24
Antes de fazer jornalismo, fiz pedagogia. Desisti da sala de aula. Por existirem pais omissos como a mãe desse "bandido mirim". Onde estão os valores da família desse adolescente? como uma mãe não percebe o filho com dinheiro?

Essa mãe é quem deveria ser levada para a polícia. Sim! Nossos filhos - temos duas de 15 e 13 anos e um menino de 12 - são tão bem cuidados. Professor em nossa casa é quem MANDA e o aluno obedece!

E sei que violência só gera violência, mas dificilmente eu teria ficado quieta diante dum caso desses. Estou indignada! Me deu dor de cabeça de ler essa matéria!

Parabéns a repórter Paula Maciulevicius que escreveu de maneira brilhante!

E que essa matéria sirva de ALERTA para todos os pais. Os pais das vítimas e os pais dos delinquentes!!!
 
Liziane Berrocal em 23/05/2011 12:46:22
Estão passando as responsabilidades dos pais para escola..........ISSO TUDO É CULPA DOS PAIS DESTE "PROJETO DE DELINQUENTE"....ANALISEM E ACHARÃO A CULPA NOS PAIS DELE.....
DRª DELEGADA, SINTO MUITO MÁS DEVERIA TER MANDADO PRA UNEI......PASSE A MÃO NA CABEÇA E TERÁ UM BANDIDO EM SUA DELEGACIA NO FUTURO....(PRESO).
 
GILMAR CANDIDO em 23/05/2011 10:44:55
Não passa de um marginal esse aproveitador, vagabundo...Cadê os pais desse delinquente?? Com certeza só vai piorar... Você merece levar um surra todos os dias seu marginal.
 
Maria Luiza em 23/05/2011 09:11:59
Queria ver esse garoto na rua, se ele fizesse isso com alguém da minha familia. Iria passar um corretivo nele, ja que os pais não educaram adequadamente... mas não ia escapar não....
 
Marcos Paulo em 23/05/2011 07:18:23
Fiquei revoltada com esse fato, sinto vontade de caçar esse marginal, e faze-lo realizar ligações para o meu tel. até criar calo nos dedos e exigir dinheiro, até perder a voz...Já que gosta tanto de inibir, ameaçar...vamos ver, o que ele consegue criar para me impressionar....Mexer com criança é fácil..vamos ver se é páreo para mim.....Com certeza, com umas 10 palmas de havainas de pau, recheado com prego...Orientaria esse desocupado para o caminho do bem....Vai trabalhar marginal e deixa o repaz em paz....
 
Patricia Maria em 23/05/2011 06:14:59
Isso tudo acontece porque existe um tal de ECA que ampara os individuos menores e de má conduta, fazendo com que não possam levar umas boas palmadas para virar gente descente. Os pais tentam lançar sobre a escola a culpa de todos os acontecimentos ruins na vida de uma criança, mas não vê a falta de responsabilidade das famílias, digo isso em relação as duas crianças envolvidas, um já é um marginal de alta periculosidade, e a mãe diz não saber... santa idiotice ouvir um absurdo desse, pois tenho filhos e sei muito bem quando o comportamento está diferente. O outro menino, conseguiu esconder por mais de um ano todo esses acontecimentos, a mãe ainda disse que achava que o dinheiro que ele furtava da família para dar ao bandidinho, ele poderia estar usando com drogas... será que uma mãe responsável e que ama seu filho, deixaria o mesmo ir só para a escola, fazer futebol, sabendo que seu filho os rouba e que poderia estar envolvido com drogas, penso que houve negligência das duas famílias, pois eu compro qualquer briga pelos meus filhos, mas somente quando eu tenho razão e para isso procuro saber quem são todos os amiguinhos de meus filhos, onde vão, como são os lugares, o que fazer e como não trabalham é impossível aparecer com dinheiro sem que nós possamos saber a origem.
 
Ana Maria em 23/05/2011 05:53:55
É triste e lamentável o que aconteceu com esta criança de 12 anos, mais triste para não dizer trágico, é saber que pais omissos entregam ao mundo a educação de seus filhos. Basta um olhar mais profundo e carinhoso para o meu filho, para perceber que o jeito de conversar, as roupas, celulares, as freqüentes saídas para as baladas, não combinam com o seu padrão social ou financeiro ou financeiro da família. E se nenhuma destas observações faz parte do dia, dia desta outra criança de 14 anos, é bom investigar, pois ele também pode estar sendo extorquido de alguma forma. O absurdo mesmo é uma autoridade dizer que, “Se ele vai para a Unei acaba aprendendo mais, lá é uma escola”, não é o caso de uma reforma total nesta instituição, que tal transformá-la em uma escola modelo onde o pai leva seu filho de manhã, onde será devolvido no final da tarde se o pai for buscá-lo pessoalmente, afinal é mais barato prevenir que remediar.
 
Leandro Oliveira em 23/05/2011 03:37:12
Gostei da informação os meus parabens a edição da materia que por sua vez foi extremamente perspicaz.Agora quanto a este elemento que ficava extorquindo,este ja deveria estar na cadeia,mais infelizmente vivemos num país falso moralista.Mas agora cabe ao estado ,ou a a familia do réu bancar um tratamento psicologico à vitima.Vamos orar ao Senhor,para que Deus possa fazer uma obra na vida da vitima,que concertesa sofreu muito e ainda deve esta sofrendo.
 
Reinaldo Costa em 23/05/2011 03:23:04
Pois é....mais um marginal feito e pronto pra por em pratica suas sordidas atitudes.Afinal, quem vai encarar??Que lei vai corrigi-lo?
E o menino que era extorquido, o Estado vai ajuda-lo psicologicamente?Rsrsrsrsrs...creio que nao!
Deus, porque temos que ler,ouvir e comentar esse tipo de podridão todos os dias?
 
Lidia Meirelles em 23/05/2011 02:50:30
Meu DEUS! É de arrepiar, pois o garoto que extorquiu a vítima, mal entrou na adolescência e já dá sinais, gravíssimos por sinal, de má índole. Que DEUS permita que essa vítima seja um bom homem, de caráter, honesto. Que DEUS o livre de um novo encontro com esse tipo de pessoa.
 
Patricia Maria em 23/05/2011 02:27:51
Parabéns à reportagem pela maneira clara e ao mesmo tempo, cheia de sensibilidade com que a matéria foi escrita. Esse é apenas um entre tantos casos que ocorrem todos os dias e que enchem a gente de revolta. Mas é importante que fique o alerta aos pais: filhos precisam confiar nos pais, cem por cento, para que casos assim não ocorram ... e para isso, os pais precisam ser presentes na vidinha deles ... o tempo todo. É revoltante ver uma criança sofrer um e abuso como esse e mais ainda ouvir uma delegada dizer que não vai prender pq pode ser pior. Claro, Unei é o que? Ambiente de recuperação??? Não acredito nisso ... enfim ... é Brasil!
 
Vivianne Nunes em 23/05/2011 02:23:51
e comodo agora a mae do extorquista,dizer que não sabia de nada onde ela estava,sera que nem um momento ele não deixou transparecer que tinha dinheiro,com certeza não trabalha e nem frequenta uma escola,no final e sempre da mesma forma só a familia da vitima que sofre as consequencias,sera que esta criança ainda terá estimulo para continuar a frequentar lugares,principalmente uma escola,e se esta mae não tivesse se preocupado com seu filho ate qdo sera q ele seria torturado psicologicamente e fisicamente,e a familia do extorquista sera que fara um acompanhamento dele,para que ele não venha causar mais transtornos a familias,quem sabe isto não seja a primeira vez.
 
Luiz Carlos Benites em 23/05/2011 02:08:25
O bullying não escolhe idade, raça, cor, absolutamente nada, ou seja, qualquer um pode sofrer o bullying. Quem pratica o bullying se coloca num patamar tão elevado que acha que nenhuma pessoa chega a sua altura, e que ele pode escolher qualquer um que ele considera "idiota" e humilhar aquela pessoa, simplesmente porque ele acha divertido.
No caso desse menino, ele sofreu por um longo tempo o peso dessa agressão, e se não bastasse as ameaças o agressor ainda exigia dinheiro do menino. Bullying é algo que não prejudica somente quem sofre, mais também a família da vítima, portanto, praticar bullying é algo que ninguém deveria fazer, nem sofrer.
 
Laisa Soares em 23/05/2011 02:04:48
É assim que se faz um marginal, com a mãe fazendo vistas grossas. Nunca sabe de nada, não questiona a origem das coisas que os filhos trazem pra casa. Depois vai chorar o "leite derramado"!
 
Hilda França em 23/05/2011 01:46:49
NOSSA QUE ABSURDO, FICO ADMIRADO A MAE DO FULANO AINDA FALAR QUE NÃO SABIA DE NADA, SE MEU ILHO VEM PRA CASA COM UM LAPIS JA FAÇO ELE ME CONTAR DE ONDE VEM VOU ATRAS NÃO DEIXO PASSAR NADA.
 
Antonio João de Souza em 23/05/2011 01:45:21
Nossa, confesso que estou surpresa com essa notícia, quando começei ler deu raiva, e depois chorei de ver uma criança passar por isso e escola nao perceber, sendo que falam que tem acompanhamento pedagogico, será que não perceberam as notas desse menino, modificação de comportamento dele. É realmente nossa educação precisa de ajuda, enquanto uns estão preocupados com " erros de livros didáticos", tem coisas piores acontecendo dentro da escola e deve ter muito mais do que isso. Triste com notícia que esse menino que e constragia o outro seja punido, devolver o dinheiro, isso nao pode ficar assim tem que haver uma justiça pra isso. Ja está crescendo como bandido, pq só bandido faz isso, pessoa erronea..
 
Carla Cristina em 23/05/2011 01:22:48
Na delegacia, o autor confessou que fazia as ameaças. A delegada Aline Lopes explica que não pediu a apreensão do garoto, porque seria pior. “Se ele vai para a Unei acaba aprendendo mais, lá é uma escola”.

é reamente é muito perigoso.
 
juciara da silva em 23/05/2011 01:17:05
gostartia so de saber por ignorancia minha mesmo por favor.
delegada Aline Lopes o seu medo e de que ele aprenda o que mesmo.
Por que na minha iginorancia, esse rapazinho ja sabe tudo(violencia,extortanção,ameaça chantagem...) o que falta na sua opinião que ele aprenda?se fosse seu filho pensaria da mesma forma. ou é so mais um crime que vai ficar impune? Desculpa a minha ignorancia
 
juciara silva em 23/05/2011 01:14:30
Mas é um Trombadinha mesmo, falta de surra nesse moleque tem que falar pra essa mãe coloca essa marginal para trabalhar ao invés do malandro fica tirando dinheiro dos outros.
 
Viviane Ferreira em 23/05/2011 01:12:31
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