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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

25/02/2013 20:18

Ministério da Saúde coloca Campo Grande como em “estado de alerta”

Nyelder Rodrigues

Pesquisa do Ministério da Saúde colocou Campo Grande e outros 486 municípios brasileiros como em alerta por causa do crescimento de criadouros dos mosquitos da dengue. Na Capital, já foram 30.762 casos notificados e cinco mortes confirmadas.

O estudo, chamado LIRAa (Levantamento de Índice Rápido de Infestação por Aedes aegypti), verificou que em janeiro deste ano, 267 municípios estavam em situação de risco, contra 487 em alerta e 238 em situação satisfatória.

Entre as capitais, Campo Grande está ao lado de Goiânia (GO), Brasília (DF), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Recife (PE), Salvador (BA), Fortaleza (CE), São Luís (MA), Manaus (AM), Belém (PA), Rio Branco (AC), Aracaju (SE) e Maceió (AL).

O objetivo da pesquisa é identificar os municípios que concentram os principais focos de reprodução do mosquito transmissor da doença, e alertar os estados e municípios quanto à situação pela qual estão passando.

Além disso, a pesquisa apontou a maior concentração das larvas do Aedes aegypti em reservatórios de água. O Nordeste teve índice 76,2%, enquanto o Sudeste apresentou focos em 63,6% dos depósitos domiciliares.

O Centro-Oeste teve índice de 17,7% de focos encontrados em reservatórios, 38,9% em depósitos e 31,5% em lixos. A reportagem tentou conversar com o Ministério da Saúde para obter os dados específicos do Mato Grosso do Sul e de Campo Grande, mas não conseguiu contato.

Casos graves no MS – Também foi divulgado nesta segunda-feira (25) o aumento de casos graves em 1.400% se comparando os inícios de 2013 e 2012, e crescimento de 300% no número de mortes no mesmo período. Já comparado com 2010, a redução foi de 95%.

Nas sete primeiras semanas de 2012, foram dois casos registrados no Estado, contra 30 em 2013. Em 2010, havia 649 pessoas com dengue em estado grave. Na sétima semana de 2012, ninguém morreu em decorrência da dengue. No mesmo período em 2013, 14 já morreram, duas pessoas a mais que em 2010.



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