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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

26/01/2011 19:33

Moradores acreditam estarem mais seguros com volta do fumacê

Fabiano Arruda

Na programação desta tarde, pelo menos seis bairros receberiam a borrifação

Fumacê percorre ruas da Vila Nasser. (Foto: João Garrigó)Fumacê percorre ruas da Vila Nasser. (Foto: João Garrigó)

A volta da borrifação de veneno em veículos, conhecidos como “fumacê”, em bairros de Campo Grande, dá a sensação de segurança aos moradores. A partir de hoje, as regiões com maior Índice de Infestação Predial (IIP) do mosquito da dengue, o Aedes Aegypti, começam a receber esse tipo de ação de combate.

Um dos bairros “visitados” hoje pelos carros foi a Vila Nasser, uma das localidades onde foram registrados mais focos de dengue. Aliás, em diversos pontos da região é possível ver terrenos com matagal alto, um dos grandes proliferadores do mosquito.

Maria dos Anjos, de 59 anos, afirma que a passagem dos veículos a deixa mais tranquila. “Tive dengue por duas vezes e, com a fumaça, creio que estamos mais protegidos”, afirma.

Já o comerciante Delcícero Costa, de 48 anos, lembra que o cheiro é forte, mesmo assim, considera necessária a borrifação. “Meu filho, de 8 anos, teve dengue três vezes. Então, toda ação de combate à dengue, é muito boa“, diz.

Segundo os agentes de saúde, mais de 100 quarteirões receberiam a borrifação agora à tarde na região da Vila Nasser. No entanto, eles não souberam dizer se haveria tempo de percorrer todos os quarteirões.

O mesmo carro que esteve na Vila Nasser também percorreria os bairros Nova Lima e Coronel Antonino.

Um segundo carro espalhou o “fumacê no Jardim Centro Oeste, Moreninhas e Aero Rancho. Ambos veículos percorreram as regiões simultaneamente.

Orientações - O veneno utilizado na borrifação é o mesmo aplicado pelos agentes de saúde nas bombas individuais durante as visitas as residências. O produto é enviado pelo Ministério da Saúde.

A secretaria municipal de Saúde recomenda que os moradores abram janelas e portas de suas residências, quando os carros estiverem circulando, para que o veneno circule por todo o local.

As pessoas que tiverem problemas respiratórios devem ficar em ambientes abertos. Além de matar o Aedes Aegypti, o veneno também elimina outros mosquitos, como o transmissor da leishmaniose, e insetos que estiverem na região.

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É bem tipico nosso, brasileiros, esperar apenas pela ação do poder público. Está certo que pagamos impostos, mas devíamos ter aprendido que a "ação preventiva" é mais eficiente e barata do que a "ação curativa". Se estivéssemos fazendo nossa parte, como por exemplo, jogar lixo na lixeira e não nas ruas, limpar calhas, entre outras práticas, não teríamos que nos sentir seguros com a borrifação de veneno. Embora eu tente deixar os ambientes que uso (casa, trabalho, locais de lazer) o mais seguro possível para que o mosquito não deposite seus ovos, eu escrevo na terceira pessoa do plural (nós) pelo fato de fazer parte da comunidade de Campo Grande e não justificaria eu falar como se não fizesse parte dessa população.
 
amauri da silva em 27/01/2011 09:14:12
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