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Campo Grande, Terça-feira, 21 de Agosto de 2018

13/12/2016 11:56

Operação do Gaeco fecha entidades e promotores recolhem documentos

Aline dos Santos, Júlia Kaifanny e Willian Leite
Gaeco passou a manhã na Seleta e funcionários foram dispensados. (Foto: Fernando Antunes)Gaeco passou a manhã na Seleta e funcionários foram dispensados. (Foto: Fernando Antunes)
Segundo promotor Marcos Dietz, deve ser divulgado balanço. (Foto: Marcos Ermínio)Segundo promotor Marcos Dietz, deve ser divulgado balanço. (Foto: Marcos Ermínio)

Alvo da operação Urutau, a Seleta (Sociedade Caritativa e Humanitária) foi fechada pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) nesta terça-feira (dia 13). Funcionários foram dispensados e crianças, que vieram para a aula de judô, não puderam entrar no imóvel, localizado na rua Pedro Celestino.

O porteiro informa ao público que o local foi fechado hoje. A reportagem acompanha a movimentação policial desde o começo da manhã. Quatro veículos, sendo três descaracterizados, levaram as equipes policiais à Seleta. No fim da manhã, apenas um carro permanecia no local. A informação é de que o promotor Marcos Alex Vera de Oliveira recolhe documentos na Seleta.

No bairro Tiradentes, a Omep (Organização Mundial pela Educação Pré-Escola), outro alvo da ação, também teve as atividades interrompidas. Num cenário inusitado, somente a creche segue em funcionamento e atende as crianças. Os policiais proíbem a entrada nos dois acesso: na rua Barão de Ubá e na Coronel Salustiano. Os pacientes da clínica odontológica que funciona no local também foram dispensados.

O promotor Marcos Roberto Dietz foi a Omep e disse que deve ser divulgado balanço da ação nesta terça-feira.

A operação investiga improbidade administrativa, crimes de falsidade ideológica, peculato, lavagem de dinheiro e associação criminosa em convênios mantidos pela prefeitura de Campo Grande. São 14 mandados de busca e apreensão, três prisões temporária e sete conduções coercitivas (quando a pessoa é detida para depor). As ordens foram expedidas pelo juiz Mário José Esbalqueiro. 

Com facilidade de se ocultar, o Urutau é chamado “ave fantasma”. Desta forma, o nome da operação faz referência à suspeita de contratações fraudulentas, através dos convênios investigados. Participam da ação quatro promotores de Justiça e 36 policiais militares. 



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