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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

27/03/2014 13:40

Orçada em R$ 50 milhões, Cidade do Ônibus leva 2 anos para ser concluída

Aline dos Santos e Kleber Clajus
Projeto da Cidade do Ônibus foi discutido nesta quinta-feira (Foto: Kleber Clajus)Projeto da Cidade do Ônibus foi discutido nesta quinta-feira (Foto: Kleber Clajus)

Em discussão desde 2010, a Cidade do Ônibus vai levar dois anos para ser concluída. O prazo foi informado nesta quinta-feira pelo presidente do Rodosul (Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros), Oswaldo Possari. Ele participou de reunião com o prefeito de Campo Grande, Gilmar Olarte (PP), e com o titular da Sedesc (Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, Turismo e Agronegócio), Edil Albuquerque .

“O investimento será de R$ 50 milhões por parte das empresas e levará dois anos para ficar concluído. Haverá um tempo para cada empresa construir a garagem”, explica Possari. De acordo com ele, após a obra pronta, as garagens não terão mais a licença de funcionamento renovadas.

O empreendimento tem a adesão de 17 empresas e deve gerar 1.500 empregos. A Cidade do Ônibus, que será instalada na região das Moreninhas, terá alojamentos, posto de combustível, refeitório e posto bancário. Atualmente, cada garagem tem um posto para abastecer os veículos.

De acordo com Edil Albuquerque, serão retirados 600 ônibus que se deslocam vazios, no período de 24 horas, apenas no trecho entre a rotatória da Coca Cola e Atacadão. Depois, o tráfego será desviado para o complexo Bálsamo.

“Vai agrupar as empresas no mesmo espaço, reduzindo o deslocamento de veículos no Centro da cidade, possibilitando a adoção de medidas ambientais, como reutilização da água para a lavagem dos veículos, redução da poluição e gasto de energia elétrica”, salienta o titular da Sedesc.

Conforme Natal Baglioni, secretário-adjunto, oito das 17 empresas já têm carta-consulta aprovada pelo Codecon (Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico).

O prefeito afirmou que o projeto é da iniciativa privada, sem dinheiro público. O empreendimento será incluso no Prodes (Programa de Desenvolvimento Econômico e Social). “Vamos conversar com a Câmara para explicar os benefícios sociais que a obra trará a fim de ganhar os incentivos fiscais. O custo do terreno é zero e não houve troca de áreas”, afirmou Olarte.

O terreno de 22 hectares foi doado por um empresário à Prefeitura. Não foi informado o total previsto de renúncia fiscal. O último projeto do Prodes aprovado pelos vereadores foi para Uninter Infomática, que terá dez anos de isenção do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) e redução do ISSQN (Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza) de 5% para 2%.



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