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25/10/2012 19:39

Pais de bebê que teve afundamento de crânio se apresentam à Polícia

Nyelder Rodrigues e Helton Verão
Pais da criança foram a delegacia nesta tarde. Na foto, eles se abraçam (Foto: Rodrigo Pazinato)Pais da criança foram a delegacia nesta tarde. Na foto, eles se abraçam (Foto: Rodrigo Pazinato)

Os pais da criança de 11 meses que foi internada com afundamento de crânio na noite desta quarta-feira (24) na Santa Casa se apresentaram nesta tarde na DPCA (Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente). Eles são suspeitos de agredir o bebê.

Segunda a delegada Regina Márcia da Mota, as versões do caso contadas pelo pai e pela mãe da criança coincidem. Um exame de corpo de delito será feito na criança nesta sexta-feira (26), e vizinhos e parentes serão ouvidos. O casal mora no bairro Coronel Antonino.

A mãe, que não quis falar com a imprensa e não teve o nome revelado, tem 23 anos e é vendedora. Já o pai, que tem 25 anos, é vigilante e se identificou apenas como Sandro. Conforme ele contou a reportagem, a criança já amanheceu doente. Enquanto a mãe foi ao trabalho, ele lavava louça e o filho estava no carrinho de bebê.

Em certo momento, ele ouviu gritos da criança, vendo que ela estava tendo convulsões e ficando sem ar. Ele fez respiração boca a boca para reanimá-la. Por volta das 17h30, a mãe chegou a casa, no bairro Coronel Antonino, e em desespero ligou para o Samu.

Até chegada da equipe de salvamento, ela foi orientada por telefone. Ao chegar a casa, a crianças já estava reanimada, e foi levada para a Santa Casa, onde foi internada. Segundo o último boletim médico, ela está em estado grave, com afundamento de crânio e hematomas pelo corpo.

Questionado pela reportagem do Campo Grande News como ele se sentia por ser apontado como suspeito de agredir o próprio filho, Sandro negou o crime. “Você acha que se eu quisesse matar meu filho eu ia chamar socorro? Eu não ia socorrer ele”, desabafou.

Sobre as lesões da criança, Sandro justificou que elas aconteceram por causa da falta de ar no filho. Além disso, ele contou que é pai de mais uma criança, de outro relacionamento, que mora com a avó paterna.

Já a mãe do bebê internado também tem mais dois filhos de outro relacionamento, ambos morando com o pai. Sandro explicou que os filhos não moravam junto com o casal por que, antes, estavam morando em uma quitinete e só agora se mudaram para uma casa maior. 

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