A notícia da terra a um clique de você.
Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

14/07/2015 10:02

Pela primeira vez em 18 anos, Olarte vai escalonar salários de servidores

Edivaldo Bitencourt e Antonio Marques
Secretário em exercício, Ivan Jorge, anuncia parcelamento de salários ao lado de sindicalista, Marcos Tabosa (Foto: Fernando Antunes)Secretário em exercício, Ivan Jorge, anuncia parcelamento de salários ao lado de sindicalista, Marcos Tabosa (Foto: Fernando Antunes)

Pela primeira vez em 18 anos, a Prefeitura Municipal de Campo Grande não vai pagar até o 5º dia útil o pagamento dos salários dos 25.470 servidores públicos. O pagamento do mês de julho será escalonado entre os dias 7 e 21 de agosto, segundo o secretário em exercício de Planejamento, Fianças e Controle, Ivan Jorge.

Em decorrência da crise, que se instalou na Capital desde o início do ano, o prefeito Gilmar Olarte (PP), não concedeu reajuste aos servidores municipais e enfrentou três greves: dos médicos, professores e enfermeiros.

Agora, nesta terça-feira (14), ele anunciou o pagamento escalonado do salário de julho. A maior parte dos funcionários, 20 mil, que recebem até R$ 3 mil, vão ter os vencimentos depositados no dia 5 de agosto e o dinheiro será liberado 48 horas depois, dia 7.

Os 3,3 mil servidores, com vencimentos de R$ 3 mil a R$ 5 mil, vão receber no dia 14 de agosto, também dois após o depósito. Os 1.073 funcionários, com ganhos de R$ 5 mil a R$ 7 mil, vão ter o dinheiro liberado no dia 18, 24 horas após o depósito.

Os 1.097 restantes, com vencimento acima de R$ 7 mil, vão receber no dia 21 de agosto, três dias após o dinheiro ser depositado.

Segundo o secretário Ivan Jorge, os salários de agosto ainda não há definição de escalonamento, mas vai depender de novos cortes e do incremento da receita. Olarte tem esperanças de que um projeto, já encaminhado à Câmara, que prevê o desconto de juros e correção monetária para o pagamento de dívidas pelos contribuintes, poderá elevar a arrecadação.

Atualmente, a folha foi reduzida de R$ 108 milhões para R$ 96 milhões. Segundo Jorge, para ficar abaixo do limite prudencial, previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal, o índice deveria cair de 53,59% e ficar abaixo de 51,3%.

Convocado para acompanhar a coletiva sobre o escalonamento, o presidente do Sisem (Sindicato dos Servidores Municipais), Marcos Tabosa, “elogiou” a medida de austeridade. Ele até agradeceu ao prefeito Gilmar Olarte por ter conversado com antecedência e entende o momento “muito difícil” do município.

“Não fazemos oposição por oposição. Estamos do lado dos servidores”, reafirmou o sindicalista, que já fez protesto na administração de Alcides Bernal (PP) porque o pagamento não foi feito no 1º dia do mês.

Terminal rodoviário de Campo Grande oferece cartões de Natal gratuitos
A rodoviária de Campo Grande, mais um ano, oferece gratuitamente cartões de Natal gratuitamente para os passageiros que passarem pelo local até o pró...
Universidade do MS recebe certificação de excelência em gestão
Será recebida pela UCDB (Universidade Católica Dom Bosco) em solenidade que acontece na próxima segunda-feira (18) o certificado de excelência em ges...
Águas Guariroba continua com campanha de renegociação de dívidas
Vai até o dia 29 deste mês a campanha "Fique em Dia", realizada pela Águas Guariroba para renegociar as dívidas que os consumidores têm com a empresa...


Engraçado que hoje pouco mais de dois meses o presidente do sindicato está manisfestando por mais condições de salário e bolsa alimentação. Quando falo que é interesse político não estou mentindo.
 
Dias em 28/09/2015 09:01:57
Se dentro dessa prefeiturinha de b**ta não tivesse tanto ladrão, tanta corrupção, os servidores não estariam vivendo essa crise tão séria. Pra quem ganha bem, isso não faz diferença, mas pra quem precisa até contar os centavos, isso é inadimissível, inaceitável. Bando de safados. Baixar os salários desses vagabundos não pode né?
 
Mariana Carvalho em 14/07/2015 16:45:24
Isso é um absurdo, onde iremos parar pelo AMOR DE DEUS.
 
FRANK em 14/07/2015 13:58:14
isso é um absurdo, onde vamos parar pelo AMOR DE DEUS.
 
FRANK em 14/07/2015 13:57:08
O problema é que quando as coisas apertam, os Governos não fazem e não conseguem cortar os gastos de jeito algum. Os salários ele pode pagar parcelado. E atenção... Não vai pagar tudo de uma vez, mas os descontos virão todos de uma vez, e não é na parcela final que irá descontar o que se deve.
 
Adriano em 14/07/2015 12:42:23
Cortem ou posterguem outras despesas...o servidor não pode pagar a conta de uma má administração
 
Ana em 14/07/2015 12:10:59
kkkkkkkkkkkkk

Vocês queriam mudança.

Está ai a mudança.
 
wild em 14/07/2015 11:24:07
imagem transparente

Classificados


Desenvolvido por Idalus Internet Solutions