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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

01/09/2013 10:52

Peritos papiloscopistas pedem derrubada de veto presidencial

Jéssica Benitez
Papiloscopistas protestam no centro da Capital (Foto: João Garrigó)Papiloscopistas protestam no centro da Capital (Foto: João Garrigó)

Pouco mais de 30 peritos papiloscopistas se reuniram no cruzamento da Avenida Afonso Pena com a 14 de Julho, no Centro de Campo Grande, para reivindicar a derrubada do veto presidencial 30/2013 ao PLS 244/09, que declara em lei que tais profissionais também são peritos oficiais. O movimento ocorreu hoje pela manhã em todas as capitais brasileiras.

A presidente da Sinpap (Sindicato dos Papiloscopistas e Peritos Oficiais de Mato Grosso do Sul), Vandra Jacques, explicou que na pratica a classe trabalha de forma atuante na pericia e já auxiliou a resolver inúmeros crimes, mas juridicamente a presidente da República, Dilma Rousseff (PT), impediu o reconhecimento dos trabalhadores.

No próximo sábado (07) outro movimento deve ocorrer nas principais cidades brasileiras. A votação do veto está previsto para o dia 17 de setembro. Nesta data alguns papiloscopistas devem ir para Brasília acompanhar o desfecho do impasse no Congresso Nacional. Em Mato Grosso do Sul são 160 profissionais em busca de reconhecimento legal.

Ocupação – O papiloscopista é especialista por produzir milhares de laudos que revelam autoria de crimes, identificam cadáveres de indigentes, de vítimas de desastres de massa e até torturados políticos.

“Temos resolvido casos de grande repercussão como o furto ao Banco Central de Fortaleza, dentro outros. Só não são mais conhecidos porque costumam ser chamados de peritos criminais e não por sua especialidade”, esclareceu em nota o presidente da Federação de Peritos papiloscopistas, Antônio Maciel.

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em primeiro lugar a molécula de DNA é termicamente instável,/portanto exame de dna não é meio viável para identificação de vítimas carbonizadas,,
observamos as vitimas identificadas nos casos de desastres aéreos,, no estado de Goias, terça feira 03 de setembro, no /jornal da band,, datena, mostra como sendo realizada por / peritos criminais, a identificação de vítimas carbonizadas por meio de impressões dactiloscópicas, como se pode ver nas mãos do perito criminal que concede a entrevista,
assim, fica fácil para os peritos criminais , apropriar -se da perícia dactiloscópica, e por esta razão fazem tanta campanha difamatória contra o expressivo trabalho dos profissionais papiloscopistas.
 
decio soares de lima em 05/09/2013 18:31:12
Isso mesmo Beatriz. Perito é o especialista naquilo que faz. Nos locais de crime atuam diversos peritos: os engenheiros que dizem a dinâmica do fato (perito criminal); os papiloscopistas que fazem as digitais; os fotógrafos que fazem as fotos dos cadáver (peritos fotógrafos); os que fazem a identificação do dna (peritos genéticos). Todos são peritos e devem ganhar como perito criminal e legista. Os fotógrafos policiais também são peritos.
 
Marly Damaceno em 03/09/2013 08:27:16
Terceiro: só para finalizar a PAPILOSCOPIA é a ciência que trata da identificação humana por meio das papilas dérmicas, sendo ela uma ciência está apoiada em princípios científicos: a) Perenidade é a propriedade que tem os desenhos papilares de se manifestarem definidos entre o quarto e o sexto mês de vida intra-uterina até a completa putrefação cadavérica. O desenho papilar de um recém nascido permanece até sua velhice; b) Imutabilidade é a propriedade que tem os desenhos papilares de não mudarem a sua forma original, desde o seu surgimento até a completa decomposição cadavérica; c) Variabilidade é a propriedade que tem os desenhos papilares de não se repetirem, variando, portanto, de região para região papilar e de pessoa para pessoa.
 
Beatriz Alves em 02/09/2013 19:05:54
Segundo: o avanço tecnológico não substituirá o ser humano, pois, a palavra final não é da máquina e sim do homem; a identificação através das impressões papilares é o método de identificação que já vem sendo usado a milhares de anos, com base científica, no qual, é o mais utilizado no mundo como o mais seguro, pois, não existem impressões digitais/papilares iguais de dedo para dedo e, de pessoa para pessoa. As novas tecnologias vieram para auxiliar a Polícia Judiciária bem como o Poder Judiciário, ferramentas estas que não substitui a atuação do Perito Papiloscopista. O mais importante para a vítima é saber como foi arrombada sua residência ou descobrir quem o foi o autor do delito?
 
Beatriz Alves em 02/09/2013 19:04:22
Caro Marcos Antonio, para fazer comentários sobre determinado assunto é preciso ter conhecimento. Primeiro: referente à oficialidade, aqueles que integram os quadros da carreira de Polícia dos Estados ou da União (através de concurso público), que atuam nas mais diversas áreas da perícia, cada qual com suas atribuições específicas, são peritos oficiais, a qualificação do perito como "oficial" decorre do vínculo que este mantém com o Estado para o desempenho de suas funções em decorrência de lei, independendo a sua investidura de nomeação por juiz ou por qualquer autoridade policial, esse é o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF, RHC 54614/SE/Rel. min.Antonio Neder). O termo “perito” significa especialista, experto, portanto, o expert em impressões papilares é Perito Papiloscopista
 
Beatriz Alves em 02/09/2013 18:59:21
Marcos voce está errado. Os peritos papiloscopistas continuam importantes, pois são os únicos responsáveis por emissão de rgs e atestado de antecedente, pois guardam a lista dos condenados. Além disso, fazem a identificação dos defutnos que não tenham documentos, junto com o DNA.
 
Marly Damaceno em 02/09/2013 11:45:00
O avanço tecnológico tem reduzido a atuação, sobremaneira, de diversos segmentos e a papiloscopia é uma que estaria nesta tendência ?. A implantação de técnicas de identificação por DNA e a criação de um banco de dados para identificação criminal pode ser a "pedra no sapato" para o avanço desta técnica de identificação e talvez a negação para a oficialização da categoria ?. Com a criação da Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos em 2012, os legisladores estariam revendo a demanda dos peritos, que vêem no registro do DNA uma maneira de facilitar a identificação de um (ex-)detento que volta a cometer delitos ? A legislação atual estabelece a identificação criminal somente através da datiloscopia (impressão digital) ou de fotografia, não seria a hora de rever e apresentar novos planos ?
 
Marcos Antonio em 01/09/2013 21:36:52
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