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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

07/03/2012 13:08

Polícia acha roupa semelhante à usada por executor na casa PM aposentado

Paula Maciulevicius

O militar aposentado está sendo ouvido pela Polícia desde às 10h30, acompanhado de um representante da corregedoria da PM

Policais apreenderam moto na casa de policial aposentado. (Foto: Moisés Palácios/Jornal o Estado MS)Policais apreenderam moto na casa de policial aposentado. (Foto: Moisés Palácios/Jornal o Estado MS)

A Polícia apreendeu roupas semelhantes às usadas pelo autor dos disparos que mataram Andrey Galileu Cunha, 30 anos e ainda atingiram Pedro Lauro de Castro Gonçalves, na casa do policial militar aposentado Nelson Barbosa Oliveira, durante operação na manhã de hoje.

As roupas, um computador e U$ 500 foram apreendidos, além de documentos e uma motocicleta.

O cabo da PM aposentado está sendo ouvido pelo delegado responsável pelo caso, Wellington de Oliveira desde às 10h30 da manhã. Na sala um representante da corregedoria da PM também acompanha o depoimento.

Nelson Barbosa Oliveira foi detido durante operação da Polícia Civil, com apoio do Cigcoe (Companhia de Gerenciamento de Crises e Operações Especiais) hoje de manhã, em uma casa na avenida das Bandeiras, como parte das investigações da execução de Andrey Galileu Cunha, na rua Rio Grande do Sul, quando também foi baleado Pedro Lauro de Castro Gonçalves, no último dia 23. Os dois tinham envolvimento com a máfia da jogatina.

Nelson Barbosa é réu em um processo por um caso rumoroso ocorrido no Guarujá, no litoral de São Paulo, em 2004, quando o geólogo húngaro Nicolau Ladislau Ervin Haraly e o empresário Antônio Ribeiro Filho foram assassinados.

Ele ficou preso 1 ano e oito meses pelo crime e foi solto por decisão judicial. O júri do caso estava marcado para fevereiro e foi remarcado.

Também são réus no processo o ex-policiais civis Eduardo Minari Higa e Ezequiel Leite, ambos à época ligados ao Garras (Delegacia Especializada de Repressão de Roubo a Banco, Assaltos e Sequestros) e Alberto Aparecido Roberto, o Betão, à época funcionário da Secretaria de Fazenda, alvo de outras denúncias envolvendo crimes de pistolagem.



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