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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

07/03/2012 11:39

Polícia ouve PM aposentado sobre morte de Andrey e apreende dinheiro

Marta Ferreira, Ana Paula Carvalho e Aline dos Santos
Execução aconteceu no dia 23 de fevereiro, na rua Rio Grande do Sul. (Foto: Marlon Ganassin)Execução aconteceu no dia 23 de fevereiro, na rua Rio Grande do Sul. (Foto: Marlon Ganassin)

Uma operação da Polícia Civil nesta manhã deteve o policial militar aposentado Nelson Barbosa Oliveira, como parte das investigações da execução de Andrey Galileu Cunha, 30 anos, na rua Rio Grande do Sul, quando também foi baleado Pedro Lauro de Castro Gonçalves. Os dois tinham envolvimento com a máfia da jogatina.

Com apoio da Cigcoe (Companhia de Gerenciamento de Crises e Operações Especiais), os policiais civis apreenderam documentos e uma alta quantia em dinheiro em uma casa na avenida das Bandeiras, onde o militar aposentado foi detido. No local, foi apreendida também uma motocicleta.

Nelson Barbosa Oliveira é réu em um processo por um caso rumoroso ocorrido no Guarujá, no litoral de São Paulo, em 2004, quando o geólogo húngaro Nicolau Ladislau Ervin Haraly e o empresário Antônio Ribeiro Filho foram assassinados. Ele ficou preso 1 ano e oito meses pelo crime e foi solto por decisão judicial.

O júri do caso estava marcado para fevereiro e foi remarcado.

Também são réus no processo o ex-policiais civis Eduardo Minari Higa e Ezequiel Leite, ambos à época ligados ao Garras (Delegacia Especializada de Repressão de Roubo a Banco, Assaltos e Sequestros). Também é réu Alberto Aparecido Roberto, o Betão, à época funcionário da Secretaria de Fazenda, alvo de outras denúncias envolvendo crimes de pistolagem.

O advogado que representa Nelson Barbosa Oliveira, José Roberto da Rosa, estava na Primeira Delegacia de Polícia Civil nesta manhã. Ele disse que foi acionado pela esposa de Nelson e que sabia pouco do caso. Ele disse que não sabe se há pedido de prisão contra o cliente. O delegado responsável pelo caso, Wellington Oliveira, não conversou com os jornalistas alegando que as investigações estão em sigilo.



É por isso que no Brasil não tem justiça Joel,você ta disparando contra uma pessoa investigada.Todos são inocentes até que se prove ao contrário,isso sim é justiça.
 
arivaldo paiva em 08/03/2012 07:38:08
e pra acaba mesmo, o vagabundo citado em crimes no estado de São Paulo, ainda consegue aposentadoria, enquanto pessoas de bem não conseguem se aposentar por causa da burocracia, mas um assassino, verme, escoria da sociedade e aposentado e continua no crime e Brasil.
 
joel melgarejo em 07/03/2012 10:31:31
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