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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

13/07/2012 14:07

Polícia investiga se bandido usava "folgas" de presídio para assaltos

Paula Vitorino
Jeová nega crime. (Foto: Minamar Júnoor)Jeová nega crime. (Foto: Minamar Júnoor)

A Polícia Civil vai rastrear as outras datas em que o autor da tentativa de roubo a malote do Banco do Brasil nesta semana, Jeová Felismino de Souza, 42 anos, estava de licença da Colônia Penal Agrícola, onde cumpre pena, para checar se nos mesmos dias aconteceram outros roubos a malotes.

Jeová planejou o crime desta quarta-feirta (12) já no mesmo dia em que saiu de licença do presídio, na terça-feira (10). “No mesmo dia em que saiu da Colônia, ele já foi para o local monitorar, foi visto por comerciantes vizinhos e reconhecido pela vítima”, diz o delegado responsável pelo caso, da Derf, Fábio Peró.

O delegado explica que Jeová tinha conseguido uma licença por bom comportamento e ficaria 7 dias fora da prisão.

O detento tentou roubar dois malotes de correspondente bancário em frente a agência do Banco do Brasil, quando Felipe Pedra Nogueira, 19 anos, iria fazer o depósito. O jovem reagiu, foi agredido e atingido na perna por um dos tiros efetuados por Jeová.

Um dos malotes tinha a quantia de R$ 8 mil e o outro valor maior, que não foi divulgado. O jovem informou inicialmente que nenhum dos malotes tinha sido roubado, mas depois disse que o de maior valor tinha sido levado. No entanto, corrigiu a informação nesta manhã para a Polícia Civil, dizendo que encontrou o malote dentro do veículo e, portanto, nenhuma quantia foi roubada.

Jeová foi preso menos de 24 após o crime com base nos depoimentos de testemunhas. A investigação ainda acredita que pelo menos outras duas pessoas ofereceram suporte para a ação, uma em motocicleta e outra em carro.

Ele tem várias passagens pela Polícia e era integrante da “quadrilha dos piscineiros”, composta em maioria por familiares de Jeová, e que aproveitava para roubar residências após similar oferecer o serviço de limpeza de piscinas.

Seu filho, Jonathan Michel Barbosa, e o sobrinho, Marcos Vinicius de Souza Schimitt, de 20 anos, são antigos conhecidos da Polícia também. Eles são os autores de roubo de um malote de R$ 69 mil na Avenida Afonso Pena, próximo ao Obelisco, em abril do ano passado.

A ação foi toda flagrada por policiais civis à paisana do serviço reservado que passavam pelo local. Os três policiais interceptaram os autores, que iniciaram um tiroteio em plena Afonso Pena. Marcos Vinícius está em liberdade atualmente, segundo a Polícia.

Defesa - Jeová nega o crime. O advogado dele, Wilton Edgar Acosta, diz ter provas de que no momento do crime ele estava em outro local.

Jeová é dono de uma empresa de materiais de construção e afirma que no momento da tentativa de assalto estava assinando a rescisão contratual de um funcionário.

Ele ainda garante que tem filmagens que comprovam a versão. O advogado informou que irá apresentar as provas da defesa.



Lá vai mais um advogado a se dar mal por acreditar em seu cliente. É simples, a vítima e as testemunhas vão reconhecer esse cidadão...
 
Daniel Assunção em 14/07/2012 10:14:31
Caramba será que a nossa justiça nunca vai aprender que estes caras são irrecuperáveis, de um milhão só salva 2 ou 3 e olha lá, reincidente não pode mais voltar as ruas, nunca mais, e se mata o rapaz. Aquele negócio se o rapaz mata o vagabundo ai ele é que vai preso e paga 30 anos de cana porque matou bandido.
 
francisco carlos em 13/07/2012 03:46:12
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