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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

16/11/2013 09:34

Por causa de atraso em voo, velório de policial morto em RO começa às 12h

Mariana Lopes e Aliny Mary Dias

O velório do policial militar sul-mato-grossense Luiz Pedro de Souza dos Santos, 33 anos, está previsto para começar às 12h, deste sábado (16). A primeira informação era de que o corpo do PM chegaria a Campo Grande na noite de ontem e, então, o velório estava programado para o início da manhã de hoje.

Porém, o voo atrasou por causa de um imprevisto ocorrido no IML (Instituto Médico Legal) de Porto Velho e uma escala que precisará ser feita em Cuiabá. A previsão é que o corpo do soldado chegue na Base Aérea da Capital no início da tarde.

O velório será na Pax Real do Brasil, na avenida Bandeirantes, em Campo Grande. Policiais da tropa de choque e do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais) participam da solenidade. Eles escoltarão o corpo até capela.

O sepultamento está previsto para ser realizado na manhã deste domingo (17), no cemitério Memorial Park.

Confronto – Luiz Pedro, que possuía nove anos de atuação na Polícia, foi alvejado com um tiro na altura do ombro. Ele morreu no distrito de Rio Pardo, em Rondônia. De acordo com o coronel Enedi, da Polícia Militar de Rondônia, a morte ocorreu durante um confronto entre os policiais da Força Nacional e 300 moradores da região.

O policial chegou a ser socorrido pelos colegas da Força Nacional, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos. Ao todo, 146 homens da Força Nacional participavam da operação que tem objetivo de dar início a desocupação da Floresta Nacional de Bom Sucesso. A estimativa do Ministério do Meio Ambiente é que cerca de 200 pessoas ocupem ilegalmente a área.

*Matéria editada às 9h47 para correção de informação

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Sr.Ricardo Grião, não é que não soube interpretar a mensagem do Sr. Alberto bento, referi-me exclusivamente sobre o fato da pouca atenção dos "meios de comunicação local" (lá em Rondônia), pífio, sobre o caso; e mais a mais, a visão nublada sobre as pessoas que ocupavam a área da União ao serem "tachadas de Bandidas" após uma reintegração de posse frustrada, e mais, você acha mesmo que entre treze famílias alguém delas seria "capaz" de atirar contra o Estado; esperemos a perícia para saber o calibre da arma e a distância exata do disparo; aí sim, lance quem quiser sua ira sobre o acontecimento.
 
marcos silva em 16/11/2013 15:14:18
Sr. Marcos Silva, o que há de errado nos comentários do sr. Alberto Bento? acho que o sr. é que não soube interpretar.
 
ricardo griao em 16/11/2013 12:46:47
Sou Policial Militar também e sinto muito o ocorrido, um companheiro morto no cumprimento do dever é muito mesmo lamentável, porém, nós policiais sabemos que quando em serviço sofremos emoções, somos humanos como os outros da sociedade, daí eu pergunto, num confronto, após um policial ser alvejado dificilmente um comandante segura uma tropa armada para que estão não revide pelo menos a altura da baixa sofrida, isto é, "prendendo pelo menos" quem atirou em nosso companheiro e isso não ocorreu, então diga logo a verdade se acaso não foi um erro que lá ocorreu, assim, pessoas como o Alberto Bento evite comentários tolos e preconceituosos.
 
Marcos Silva em 16/11/2013 12:09:43
'Morto em confronto com moradores", não.....está errado...o soldado foi morto por bandidos, afinal se fosse um policial que atingisse uma pessoa o mesmo responderia um processo criminal nas justiças criminal e militar e a imprensa maior daria um destaque totalmente negativo a ação da policia, apesar de não te-lo conhecido eu lamento pela morte do jovem soldado, os integrantes de qualquer policia para quem não sabe tem ; mães, pais, filhos, esposas e principalmente tem sentimentos, são seres humanos e na maioria das vezes são tratados como vilões de uma história da qual também são vitimas, ou muda-se a legislação ou condecoremos os assassinos, mais força para a policia senhores legisladores, meus sinceros pêsames a família enlutada e que DEUS conforte todos os seus.
 
Alberto Bento - Dourados em 16/11/2013 11:01:53
Fui moradora de Campo Grande-MS fomos vizinho do soldado morto no conforto eu e minha família estamos muito triste por ele e pela família, meus filhos cresceram junto com o Pedrinho hoje moramos em Florianópolis mas estamos desolados com o que houve esperamos que Deus acalme o coração da família. vou ficar acompanhando as noticias pela internet.
 
mari carminatti em 16/11/2013 10:19:17
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