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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

28/07/2014 15:47

Posto define lista de prioritários e revolta pacientes na fila há 3 horas

Edivaldo Bitencourt e Alan Diógenes
Pacientes esperam por horas e criticam lista de prioridades em centro de saúde (Foto: Marcelo Victor)Pacientes esperam por horas e criticam lista de prioridades em centro de saúde (Foto: Marcelo Victor)

O Centro Regional de Saúde do Bairro Tiradentes definiu uma lista de pacientes que teriam prioridade no atendimento e revoltou os demais usuários, que já estavam na fila por atendimento de emergência há cerca de três horas.Teve doente que procurou a rede privada e pagou pela consulta após a polêmica.

O problema ocorreu às 12h30, quando a assistente social da unidade leu uma lista de pessoas que teriam prioridade no atendimento após a triagem. De acordo com o representante comercial Rogério dos Santos, 27 anos, a funcionário leu uma lista e anunciou que os demais estavam dispensados e deveriam procurar outra unidade de saúde.

Ele ficou revoltado porque a dispensa ocorreu após mais de 1h30 de espera. A namorada do jovem estava com febre e dor no corpo. Sem alternativa, ele a levou para um hospital particular, onde desembolsou R$ 140 pela consulta e mais o medicamento. “Eles deveriam atender todo mundo, mesmo que priorize”, destacou.

Parte dos pacientes teria sido dispensada após análise de casos mais graves (Foto: Marcelo Victor)Parte dos pacientes teria sido dispensada após análise de casos mais graves (Foto: Marcelo Victor)

A estudante Jéssica Souza, 20, que foi ao centro de saúde com dor de estômago, achou errado ter definido uma lista de nomes com prioridade. “Deveria ser por ordem de chegada”, comentou ela, que já esperava por quase 40 minutos pelo atendimento. “Tem gente que finge estar passando mal para ser atendida e passa na frente”, observou.

Outra que criticou a lista foi a operadora de caixa Ana Cláudia Moreira Lima, 25, que estava esperando por mais de duas horas e meia. “Não chamaram ninguém desde que cheguei”, comentou a jovem.

Hebert Paulo da Silva, 19, também considerou injusta a lista de prioridades. “Deveriam atender por ordem de chegada”, sugeriu o rapaz. Ele estava com tontura e dor de cabeça. O tempo de chamada entre um paciente e outro estava levando de 20 a 30 minutos.

A aposentada Luzinete Cardoso de Souza Garcia, 49, também criticou o critério. “Ninguém vai ao posto de saúde para brincar de doente”, frisou.

A assistente social do posto, Tânia Alencar, afirmou que ninguém foi dispensado. Na sua avaliação, houve um equívoco dos pacientes.

Ela confirmou que houve a lista de prioridades, que é definida com base nos critérios definidos pelo Ministério da Saúde. São quatro escalas de gravidade. Segundo Tânia, a ordem na unidade é atender todos, independente da gravidade da doença.

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