Prefeitura anuncia novo censo e parceria para atender crianças atípicas
Atendimento inclui terapias, insumos e cadastro aberto para acesso aos serviços
A prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes (PP), anunciou nas redes sociais a parceria entre o NAMA (Núcleo de Apoio às Mães Atípicas) e a Maternidade Cândido Mariano, para ampliar o atendimento a famílias de crianças atípicas na Capital. A medida prevê reforço no acolhimento, com equipes multiprofissionais e mais agilidade na entrega de fraldas e dietas especiais.
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“Agora o núcleo conta com reforço da Maternidade Cândido Mariano, ampliando o acolhimento com equipes multiprofissionais e mais rapidez na entrega de fraldas e dietas especiais. Também iniciamos um censo inédito para mapear essas famílias e melhorar o planejamento dos serviços. O cadastramento já está aberto: as mães atípicas podem se inscrever pelo telefone 67 99179-5948 e ter acesso aos atendimentos”, escreveu.
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Em vídeo, Adriane afirmou que o serviço é pioneiro no país e vai garantir a entrega de todos os insumos devidos pelo município. O secretário municipal de Saúde, Marcelo Vilela, destacou que o projeto foi construído em conjunto com representantes das famílias.
“Foi construído a várias mãos, muita discussão, principalmente com as representantes das mães atípicas, das famílias atípicas, e é um serviço de suporte que a Cândido Mariano, por ser maternidade e estar na nossa rede de assistência materno-infantil, tem a especialidade de ver com outro olhar. Então vai ter ali um apoio, principalmente para terapias dentro do Sistema Único de Saúde, e elas vão estar amparadas ali, através da prefeitura num aditivo que a gente fez”, afirmou.
A prefeita também comentou que a iniciativa busca reduzir a judicialização para acesso a insumos e atendimentos. A parceria já havia sido anunciada em janeiro deste ano, quando a prefeitura informou que o projeto estava em fase de estruturação. Na ocasião, a previsão era iniciar os atendimentos em até dois meses, com oferta de acompanhamento psicológico, fisioterapia e distribuição de fraldas e dietas especiais.
Ao longo de 2025, o fornecimento desses insumos foi alvo de protestos de mães atípicas em Campo Grande, que cobravam regularização diante de atrasos, cortes e da necessidade frequente de recorrer à Justiça para garantir atendimento às crianças.
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