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Campo Grande, Domingo, 21 de Abril de 2019

25/01/2019 15:48

Prefeitura fará nova licitação para concluir creche anunciada em 2012

Custo de obra passou de R$ 2,5 milhões; empreendimento integra lista de Ceinfs herdadas por Marquinhos Trad para serem concluídos

Humberto Marques
Ceinf integra lista de creches que a Prefeitura da Capital tinha como inconclusas em 2017. (Foto: Arquivo)Ceinf integra lista de creches que a Prefeitura da Capital tinha como inconclusas em 2017. (Foto: Arquivo)

Quase sete anos depois de sua assinatura, a Prefeitura de Campo Grande rescindiu contrato firmado com a Coletto Engenharia para construção de um Centro de Educação Infantil (atual Emei, ou Escola de Educação Infantil) entre o Jardim Anache e o Nova Lima, no Norte da Capital. A obra, que chegou a ter o custo elevado para mais de R$ 2,5 milhões, será agora alvo de nova licitação.

O ato foi publicado nesta sexta-feira (25) no Diário Oficial de Campo Grande, prevendo a rescisão amigável do contrato 182, assinado em 21 de junho de 2012. O encerramento dos termos se deu sem que haja pagamentos pendentes à empreiteira pelos serviços realizados na obra, localizada na Rua Francisco Pereira Coutinho, entre as Ruas Abrão Anache e dos Poetas.

A assessoria do Paço Municipal informou que o contrato foi rescindido “de comum acordo”, estando prevista a realização de uma nova licitação para conclusão do empreendimento. Em outubro de 2017, em uma das últimas movimentações do contrato, foi firmado o quinto termo aditivo do serviço, prevendo reajste do contrato, que passaria de R$ 2,44 milhões para R$ 2,54 milhões.

Lista – O Ceinf Anache/Nova Lima era um dos 13 que, em 2017, a gestão de Marquinhos Trad (PSD) colocou na lista para conclusão depois de os receber com obras paralisadas ou ainda em andamento da administração de Alcides Bernal (Progressistas). Desde então, foram entregues as unidades do Tijuca II, Jardim Centenário e Jardim Noroeste, com as unidades do Nascente do Segredo e Vespasiano Martins também com os serviços adiantados para entrega.

Faltariam, ainda, obras na Vila Popular, Zé Pereira, Jardim Inápolis, Oliveira III, São Conrado, Talismã e Jardim Radialista. Todas as unidades custariam R$ 28,4 milhões, com a execução das obras seguindo critérios de necessidade das regiões, grau de andamento das obras e recursos disponíveis –verbas federais foram usadas para custear os empreendimentos.



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