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Capital

Presidente da Seleta afirma que operação da PF é sobre contratos de trabalho

Roberto Barros de Oliveira chegou de carro ao imóvel e falou rapidamente com a imprensa

Por Aline dos Santos e Ana Oshiro | 25/02/2021 08:02
Roberto Barros chega à Seleta, alvo de ação da Polícia Federal em Campo Grande. (Foto: Reprodução)
Roberto Barros chega à Seleta, alvo de ação da Polícia Federal em Campo Grande. (Foto: Reprodução)

Presidente da Seleta (Sociedade Caritativa e Humanitária), Roberto Barros de Oliveira afirma que a presença de equipes da PF (Polícia Federal) no imóvel nesta quinta-feira (dia 25) é por conta de investigação sobre contratos de trabalho.

Ele chegou de carro ao imóvel, na Rua Pedro Celestino, e falou rapidamente com a imprensa. “Estou sabendo que é originário do Ministério do Trabalho, da Procuradoria do Trabalho. São contratos de trabalho”, diz.

No mês de dezembro, a Justiça do Trabalho colocou o imóvel, que ocupa quase uma quadra na Vila Esplanada,  em Campo Grande, a leilão por R$ 17, 8 milhões.

A construção fica entre as ruas Pedro Celestino, Dolor Ferreira de Andrade e João Pessoa. A instituição “quebrou” depois que decisões judiciais impediram a manutenção dos convênios com a prefeitura de Campo Grande.

Os trabalhadores teriam de atuar em Ceinfs (Centros de Educação Infantil) e Cras (Centro de Referência à Assistência Social). Mas a estimativa é que, além de funcionários fantasmas, pelo menos 2,7 mil estavam em desvio de função.

Confuso – Ao deixar o prédio da Seleta, Roberto Barros de Oliveira voltou a dar entrevista, mas com explicação confusa. “Estão recolhendo material para investigação, só documentos. Um TAC [Termo de Ajustamento de Conduta] de mais de dez anos. É alguma coisa em relação ao TAC, mas do outro lado. Desvio, pessoas trabalhando a mais. Graças a Deus, dessa vez, a Seleta não está envolvida”, diz. (Matéria editada às 8h27 para acréscimo de informação)

Prédio da Seleta foi levado a leilão pela Justiça do Trabalho. (Foto: Henrique Kawaminami)
Prédio da Seleta foi levado a leilão pela Justiça do Trabalho. (Foto: Henrique Kawaminami)


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