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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

25/04/2014 20:11

Presídio da Gameleira tem 78% dos detentos no mercado de trabalho

Alan Diógenes
A parceria ocorre por meio de convênios e o preso recebe um salário mínimo pelo seu trabalho. (Foto: TJMS)A parceria ocorre por meio de convênios e o preso recebe um salário mínimo pelo seu trabalho. (Foto: TJMS)

O Centro Penal Agroindustrial da Gameleira possui 78% do efetivo carcerário total trabalhando dentro da instituição ou instituições públicas e privadas de Campo Grande. A porcentagem representa 589 presos dos 749 que cumprem pena no local.

A parceria ocorre por meio de convênios e, em geral, o preso recebe um salário mínimo pelo seu trabalho. Existem detentos atuando em empresas de reciclagem, empreiteiras, fábrica de refrigerantes, de aço, empresa de alimentação, madeireira, posto do combustível, dentre outros. Um frigorífico de Terenos emprega a maioria dos presos, cerca de 60 detentos.

Somente nos casos de algum impedimento, seja ele legal ou disciplinar, o preso não é encaminhado ao mercado de trabalho. Atualmente 160 presos da Gameleira que atualmente não desempenham nenhuma atividade, 100 deles são internos recentes do presídio e que estão se submetendo ao período de observação para verificar sua aptidão.

Desta forma, o grupo de detentos afastados das atividades profissionais restringe-se a 60 internos, dos quais 30 estão afastados por conta de indisciplina, e outros 23 por improdutividade ou inaptidão. Outros sete detentos não trabalham porque estão de licença médica.

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Todos tem alguma aptidão, nem que for pegar no cabo de uma enxada e capinar para preparo de alguma área para execução de algum projeto de plantio. O que não pode é ficar ociosos. Um ditado popular: "cabeça vazia oficina do diabo". Parabéns, `aqueles que já estão trabalhando, mas é preciso inserir todos ao trabalho. Assim, não ficam pensando quanto tempo ainda lhes falta para a liberdade que não valorizaram. Ganha todo mundo, primeiro o preso, que recebe certo valor, diminui a pensa de um dia por três trabalhados e outros benefícios etc...Tem jeito para a ressocialização dos presos, o que falta é vontade política e estrutura para execução dessas alternativas.É preciso investir em políticas estruturais para colher dividendos na integração dessas pessoas à sociedade com uma profissão. Até....
 
JOÃO ALVES DE SOUZA em 25/04/2014 20:56:43
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