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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

03/11/2014 09:22

Professores rejeitam proposta de prefeito para reajuste no fim do mês

Kleber Clajus e Filipe Prado
Escolas municipais ficaram sem aulas por causa da assembleia dos professores nesta segunda (Foto: Marcos Ermínio)Escolas municipais ficaram sem aulas por causa da assembleia dos professores nesta segunda (Foto: Marcos Ermínio)

Os professores da rede municipal de Campo Grande rejeitaram, nesta segunda-feira, proposta de conceder o reajuste no fim do mês apresentada pelo prefeito Gilmar Olarte (PP). O início da greve ainda será definido pelos 800 educadores reunidos na ACP (Associação Campo-Grandense dos Profissionais da Educação Pública).

A proposta do prefeito, apresentada ontem (2), era de que reajuste de 8,46% fosse pago no dia 30 de novembro e retroativo com recurso da antecipação de outorga onerosa da Água Guariroba. Pela Lei Municipal nº 5189/13, o pagamento deveria ser homologado em outubro.

Durante votação, apenas três educadores foram favoráveis a proposta do Executivo. Com a rejeição, se estuda mecanismos jurídicos para uma greve, ainda a ser definida por nova votação.

Por conta da reunião, não há aula nas 85 escolas da Capital e apenas alguns servidores do setor administrativo cumprem expediente. Na semana passada, por causa do feriado prolongado, as escolas foram abertas somente na quarta-feira (29).

Reajuste – A categoria cobra o reajuste de 8,46%, que vai elevar a remuneração por 20 horas ao piso nacional. De acordo com a ACP, a remuneração inicial vai passar de R$ 1.564 para R$ 1.697 (100% do piso nacional). Já quem está acima na estrutura de carreira terá o salário aumentado de R$ 2.347 para R$ 2.546.

Olarte havia dito ao Campo Grande News que era preciso ter equilíbrio para pagar os professores e não fazer promessas que não poderia cumprir. “Hoje somente a diferença do reajuste dos professores representa R$ 18 milhões entre pagamentos, 13º e férias até janeiro. Vamos cumprir a lei, mas é preciso equilíbrio para manter também a máquina pública funcionando. Não adianta falar que vai pagar e no dia de depositar faltar dinheiro”, disse Olarte.

O reajuste para os professores terá impacto de R$ 3,3 milhões na folha de pagamento, ampliando o comprometimento da prefeitura com gastos de pessoal de 48,7% para 49,21%.



O prefeito não sabe nem em que cidade está, ele tá perdido, entrou gastando o pouco que tinha reformando o Belmar Fidalgo e fazendo obras não emergenciais e agora não tem um tostão pra pagar um salário digno para os professores, mais uma vez Campo Grande está órfão de prefeito....é triste mas é a realidade, o Gilmar, infelizmente, não estava preparado para assumir a administração da própria igreja, imagina da capital do estado, isso é um alerta para que os eleitores nunca mais votem em ninguém do PP para cargos de grande importância, demos dois tiros no pé em uma só eleição... lamentável. Bernal (PP) sem condições por ser louco, Gilmar (PP) sem condições pois não tem preparo, Chocolate (PP) ainda não entendi o que ele faz lá, já virou casaca 3 vezes e não fez nada até agora...
 
Max em 03/11/2014 10:08:18
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