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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

09/03/2013 15:12

Protesto pede saída de novo presidente da Comissão de Direitos Humanos

Francisco Júnior e Anny Malagolini
Manisfestantes estão reunidos no centro da cidade. (Foto: Vanderlei Aparecido)Manisfestantes estão reunidos no centro da cidade. (Foto: Vanderlei Aparecido)

Cerca de 40 pessoas protestam nesta tarde, no Centro de Campo Grande, contra a escolha do deputado federal e pastor Marco Feliciano (PSC-SP) eleito presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara. Com cartazes e palavras de ordem, os manifestantes estão reunidos no cruzamento da avenida Afonso Pena com a rua 13 de Maio.

Protesto semelhante estão sendo realizadas em outras capitais. A mobilização foi organizada pelo Facebook.
O pastor Marco Feliciano é acusado de ser homofobico e racista. Nos últimos anos criou polêmica ao expressar sua opinião sobre negros e homossexuais.

Em 2011, foi acusado de racismo e intolerância religiosa ao dizer em seu Twitter que “os africanos descendem do ancestral amaldiçoado de Noé”, e que essa maldição explica “o paganismo, o ocultismo, misérias e doenças como o ebola” no continente. No início deste ano, disse no microblog que “a podridão dos sentimentos homoafetivos leva ao ódio, ao crime, à rejeição”, e foi denunciado ao STF pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, por homofobia.

A manifestação pede também a renúncia do senador Renan Calheiros (PMDB-AL), eleito recentemente presidente do senado.

O psicólogo Carlos Eduardo Rodrigues, de 27 anos, está acompanhado da namorada Aline Pazinato, de 26 anos. O casal afirma que ao protestar está fazendo a sua parte. “Pode ser poucas pessoas que estão aqui hoje, mas faz a diferença”, diz Rodrigues.

O estudante Otávio Guizzo, de 15 anos, disse que apesar da pouca idade, já é consciente do que está errado no País. “Somos um País corrupto, temos que ser fiscal disso”, afirma.

O protesto vai ser realizado durante à tarde de hoje.

 



E bom que se diga, que é só o pessoal do LGBT que está contra o presidente da comissão dos direitos humanos, e, eles não estão sendo justos, porque os motivos são pessoais, estão legislando em causa propria. Isso não muda em nada a vida dos brasileiros.
 
Emanuel Arce em 10/03/2013 08:14:07
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