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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

30/05/2011 13:57

Reformas no IML serão concluídas em um mês, afirma coordenador de perícias

Ítalo Milhomem
O coordenador geral de perícias de Mato Grosso do Sul, Alberto Dias Terra afirma que as reformas não têm afetado os serviços (Foto: Simão Nogueira)O coordenador geral de perícias de Mato Grosso do Sul, Alberto Dias Terra afirma que as reformas não têm afetado os serviços (Foto: Simão Nogueira)
 Reformas no IML serão concluídas em um mês, afirma coordenador de perícias

O coordenador geral de perícias de Mato Grosso do Sul, Alberto Dias Terra, afirma que as reformas no prédio do complexo que abriga os institutos de perícias serão concluídas em 30 dias e que as obras não têm afetado os serviços prestados pelo órgão.

Nas reformas físicas dos institutos de perícia que começaram em julho de 2010, estão sendo investidos R$ 800 mil por meio de uma parceria entre o governo federal e estadual.

Com a reforma do necrotério do IMOL (Instituto Médico Odontológico Legal), que tem duas mesas para perícia, os serviços estão sendo realizado no prédio do SVO (Serviço de Verificação de Óbitos), onde também existem duas mesas para perícia.

Ele afirma que os atendimentos no IMOL e no SVO não estão sendo prejudicados, com a reforma, já que os serviços não foram paralisados e não há uma grande demanda de serviços no SVO.

No necrotério, está sendo realizada a troca do piso, revestimento da parede, além da ampliação física para que até duas novas mesas de exames sejam implantadas. Atualmente são somente duas mesas para os atendimentos e ainda não previsão de quando serão implantados novos equipamentos. Terra afirma que não há demanda para novas mesas ou de pessoal para atendimento neste setor.

Ainda no IMOL estão sendo realizadas as reformas da sala de raio-X, que continua atendendo mesmo com a reforma e a construção da sala de tanatologia, que faz pericias de ossadas.

De acordo com diretor do IMOL, Luis Alberto Verardo, a maioria dos serviços prestados são realmente as pericias de corpo e delito de pessoas vivas, que correspondem a cerca de 80% da demanda dos exames. Este serviço não foi prejudicado, atendendo às solicitações comuns e a de presos, que passam pelos exames antes de serem encaminhados para os presídios.

Terra mostrou que serão instaladas outras duas salas de consultórios para exames de corpo e delito, um será especifico para mulheres e crianças e adolescentes.

As reformas também contemplaram os prédios IC (Instituto de Criminalística), que teve o espaço administrativo ampliado, e que foram criadas salas especificas para perícia ambiental, de informática e contábil, que antes dividiam espaços menores, o II (Instituto de Identificação).

Segundo o coordenador geral de perícias, o IALF( Instituto de Análise Florense) terá as atividades do laboratório de toxicologia suspensas por uma semana para mudança para um novo espaço provisório para que as reformas sejam concluídas. No entanto, os serviços não serão suspensos e os trabalhos continuarão sendo realizados com apoio do laboratório da Polícia Federal.

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Olha, o IML passa por sérios problemas que são constantemente encobertos pelos "chefões". Basta ver que na recepção, ficam "mirins" ao invés de funcionários públicos capacitados para o trabalho, isso porque faltam profissionais para atender a população, que se atola nos impostos e, quando precisa de um serviço do IML (normalmente vítima de agreessão, estupro e afins) tem que, obrigatoriamente, passar pelo constragimento de ser atendido por uma "criança" de quinze a dezessete anos, aluna do Instituto Mirim. A sala do necrotério é uma vergonha para uma capital do porte de campo grande, e vai continuar assim após a "reforma" que na realidade se trata apenas da troca de pisos e pintura da sala, NADA MAIS, continuará sob responsabilidade de policiais que são submetidos a uma carga horária exaustiva. Faltam funcionários capacitados também nos institutos citados na reportagem, onde também "mirins" manuseiam provas de crimes e armas apreendidas na capital e no interior, sem o mínimo preparo e noção do risco que correm e em que colocam as investigações das delegacias, isso sem falar no fato desses mirins estarem diariamente em contato com os presos que passam pelo IML, fazendo fichas de atendimento e muitas vezes até coletando digitais de tais presos. É uma vergonha, e tudo isso, bem na cara da população e da reportagem que sequer citou a presença de mirins em um órgão da Segurança Pública do Estado fazendo o trabalho que deveria ser feito por policiais. Fica aí a sugestão, façam uma nova reportagem e verifiquem se o que ficou nesse comentário procede ou não. Como sempre, tenho certeza que meu cometário não será publicado, mas fica aqui a dica. Grande abraço a todos do Campo Grande News e parabéns pelo excelente trabalho.
 
JOÃO IGNÁCIO DA LUZ em 30/05/2011 07:23:24
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