Sem escolta, pacientes psiquiátricos fogem da UPA Moreninhas
Caso foi classificado como evasão de local de custódia legal e segue sob apuração
Dois pacientes com mandado judicial de internação psiquiátrica fugiram da UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Joel Rodrigues da Rocha, no Bairro Moreninha, em Campo Grande, após permanecerem na unidade sem escolta policial. O caso foi registrado na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) do Cepol na noite de quarta-feira (15).
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Dois pacientes com mandado judicial de internação psiquiátrica fugiram da UPA Joel Rodrigues da Rocha, em Campo Grande, após ficarem internados sem escolta policial. O caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário do Cepol na quarta-feira. Ruiter Magalhães Mugart e Jonathan Ramos Amari haviam sido encaminhados à unidade por forças policiais, com determinação judicial para internação no Hospital Nosso Lar ou outra unidade via CAPS. A fuga ocorreu devido à ausência de vigilância durante o período de internação.
De acordo com o boletim de ocorrência, o gerente da UPA procurou a polícia para relatar que, na manhã do mesmo dia deu entrada na unidade, Ruiter Magalhães Mugart, portador de mandado de internação para o Hospital Nosso Lar ou outra unidade. O paciente foi levado até a UPA por um policial civil.
Ainda conforme o relato, outro paciente, Jonathan Ramos Amari, já havia sido apresentado na unidade na manhã do dia 13 de janeiro. Ele foi conduzido pela Guarda Civil Metropolitana de Campo Grande, também com mandado de internação e a mesma determinação judicial de encaminhamento por meio do Caps (Centro de Atenção Psicossocial).
O gerente informou à polícia que, durante todo o período em que os dois permaneceram na UPA, não foi disponibilizada escolta policial para acompanhamento. Em razão da ausência de vigilância, ambos acabaram fugindo da unidade de saúde ontem.
Diante da situação, o gerente registrou a ocorrência para conhecimento das autoridades e adoção das providências cabíveis, apresentando cópias dos mandados de internação dos dois pacientes. O caso foi classificado como evasão de local de custódia legal e segue sob apuração.
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