"Só não queimou a água", diz dono de gráfica destruída em incêndio
Equipamentos, impressoras, materiais de trabalho e parte da estrutura do imóvel foram consumidos pelas chamas
RESUMO
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Incêndio destruiu uma gráfica no Bairro Nova Lima, deixando um rastro de destruição com equipamentos, impressoras e parte da estrutura consumidos pelas chamas. O proprietário Paulo Davi Alves Perez, de 42 anos, relatou que o fogo levou quatro horas para ser controlado pelos bombeiros. Sem seguro após 12 anos no local, ele classificou como perda total, mas garantiu que vai recomeçar. As causas do incêndio são desconhecidas.
Um dia após o incêndio que atingiu uma gráfica no Bairro Nova Lima, o cenário encontrado no local nesta segunda-feira (31) é de destruição. Equipamentos, impressoras, materiais de trabalho e parte da estrutura do imóvel foram consumidos pelas chamas.
Pela manhã, ainda havia fumaça exalando no interior do prédio e o cheiro de queimado permanecia forte.
A entrada no salão está proibida devido ao risco de desabamento. Do lado de fora, é possível ver a dimensão dos estragos. Dentro do imóvel, praticamente tudo foi atingido. Uma das paredes chegou a quebrar durante o incêndio.
O proprietário da gráfica, Paulo Davi Alves Perez, de 42 anos, voltou ao local nesta segunda-feira para acompanhar a situação. Ele conta que ontem (30) estava em um almoço de família, mas como o irmão mora próximo da gráfica, foi tentar resolver.
“Foram os vizinhos que me avisaram. Eles me ligaram e eu estava em almoço familiar, longe, como meu irmão mora em um condomínio próximo, foi o primeiro a chegar, mas quando chegou o fogo já tinha tomado conta, não tinha o que fazer. Ele disse que para terminar de apagar o fogo foram quatro horas com os bombeiros aqui”, contou.
Segundo ele, ainda não é possível calcular o prejuízo, já que o sistema e o servidor da empresa também foram destruídos.
“Como tem papel, impressora e eletrônico, o que não queimou é água, infelizmente, vamos dizer que é perda total”, lamentou. A gráfica funcionava no mesmo prédio havia 12 anos e não tinha seguro.
Diante da destruição, o empresário resume a situação com resignação: “Infelizmente, só o seguro de Deus.”
Apesar de perder praticamente toda a estrutura necessária para o funcionamento da empresa, Paulo afirma que vai recomeçar.
“Foram só danos materiais, graças a Deus não tinha ninguém, era domingo e estava fechado. Como eu disse: Deus deu, Deus tira e estamos aí, sempre recomeçando. Sempre trabalhamos, não é um momento desse que vamos parar de trabalhar”, finalizou. Ainda de acordo com Paulo, as causas do incêndio são desconhecidas.
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