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Campo Grande, Quarta-feira, 19 de Setembro de 2018

28/05/2018 12:40

Sobe para 10 o número de postos autuados por preços abusivos

Além dos postos, Procon também autuou um mercado por alta irregular nos preços de alimentos

Guilherme Henri
Agentes do Procon durante fiscalização em posto na última sexta-feira (Foto: Saul Schramm)Agentes do Procon durante fiscalização em posto na última sexta-feira (Foto: Saul Schramm)

O Procon (Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor) autuou 10 dos 13 postos de combustíveis fiscalizados por preços abusivos em Campo Grande. Somente na manhã desta segunda-feira (28) foram dois estabelecimentos autuados.

Além disso, dois supermercados também receberam a visita de agentes sendo contatada alta irregular nos preços em um dos lugares.

O balanço parcial das fiscalizações foi divulgado pelo diretor do órgão, Marcelo Salomão. Segundo ele, a fiscalização nos mercados seguiu os mesmos parâmetros usados nas “batidas” aos postos.

“A alta irregular é verificada ao comparar notas de aquisições do combustível ou alimentos e o preço que são vendidos. Não há motivo do estabelecimento repassar um valor abusivo se adquiriu o produto com preço sem reajuste considerável”, explica.

Ainda na rua com equipes responsáveis pelas fiscalizações, o diretor ainda não recebeu detalhes sobre endereços e os tipos de alimentos que sofreram reajustes abusivos. “Seguimos com as fiscalizações durante todo o dia”, garante.

Em um dos postos notificados, a gasolina era comercializada a R$ 4,39. Após visita do Procon, o preço da gasolina caiu para R$ 4,29. Já o álcool, era vendido por R$ 3,29 e depois caiu para R$ 3,09.

Em recente entrevista, o diretor revelou que todas as autuações são encaminhadas ao órgão onde a situação é avaliada pela equipe. Só aí que o valor da autuação é arbitrado. Ele pode variar de R$ 5 mil a R$ 50 mil. No caso de reincidência o valor pode chegar a dobrar.

A greve dos caminhoneiros chegou ao 8º dia e apesar do governo federal ter fechado acordo com algumas lideranças para suspender o movimento por 15 dias, segundo a PRF (Polícia Rodoviária Federal) e PMRv (Polícia Rodoviária Estadual), ainda há mais de 50 pontos de bloqueio nas rodovias, sendo 19 nas federais e 31 nas estaduais.

A categoria quer que a Petrobras reveja a política de preços, que atrela o valor dos combustíveis às altas e baixas do dólar.

Serviço - Denúncias podem ser feitas pelo canal 151, pelo site do Procon, no campo “Fale Conosco” ou até mesmo presencialmente.



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